30 de março de 2015

Leopoldina Merlot 2011 - Casa Valduga

Nome: Leopoldina
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 68

Onde foi comprado: Restaurante La Forneria em Vitória da Conquista, BA
Quando foi comprado: 13 de março de 2015
Degustado em:  13 de março de 2015
Onde Bebeu: Restaurante La Forneria em Vitória da Conquista, BA
Harmonizado com: Filet au Poivre
Com quem: Claudio e Gilberto

Comentário do Produtor
Visão: Coloração rubi com tons violáceos. Olfato: Aromas de amora, cacau, especiarias doces e baunilha. Paladar: Encorpado, taninos macios e retrogosto longo com notas amadeiradas. Excelente persistência gustativa, com revelador toque de frutas maduras.


Comentário do Claudio
Depois de três dias rodando pelo sul da Bahia em função de um trabalho, para fechar a viagem fomos jantar no restaurante La Forneria em Vitória da Conquista. Local de ótima comida, ambiente agradável e serviço perfeito. Dei uma olhada na carta de vinhos e dentre algumas opções vi este Merlot da Casa Valduga. Já tinha algum tempo que não bebia um vinho tinto deles e resolvi arriscar este Merlot. Muito agradável e equilibrado, escoltou bem os pratos. Não fiz anotações, mas foi um vinho fácil de se beber, bem feito, um interessante Merlot nacional. Vale provar.

20 de março de 2015

Brindando a vida com .Nero Rosé

Nome: .Nero Rosé
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Domno do Brasil

Uvas/Corte: : Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 34,90

Onde foi comprado: Egg Show, Cadeg, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 9 de março de 2015
Degustado em:  9 de março de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Comida thai, do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Análise sensorial: Coloração vermelho cereja, perlage fino e persistente. Aroma com notas de frutas vermelhas como morango e framboesa. Frutado, equilibrado e com boa persistência. Consumo: 06º a 08ºC Harmonização: Saladas, pratos frios, peixes, camarão, massas com molhos pouco condimentados e sobremesas não muito doces, a base de frutas vermelhas.


Impressões da Rafaela
No ano passado fizemos uma recepção no trabalho, na qual foi servido este .Nero Rosé, vinho de qualidade boa e ótimo preço. Claro que no ano passado, quando havia menos impostos no Rio, o preço era bem melhor. De R$ 26,90 em outubro passou para R$ 34,90 agora. Mesmo assim ainda continua sendo uma compra com bom custo/benefício. Inspirados pela boa experiência, além de comprarmos garrafas para uma nova recepção, aproveitamos, nós a equipe, para encomendarmos também algumas garrafas. Eu comprei uma e logo já a abrimos em casa. É um espumante leve, refrescante, mas com um sabor marcante. Eu gosto bastante. Esta é uma bebida ideal para momentos felizes. 


Comentário do Claudio
A Domno é uma empresa da família Valduga que, além de importar vinhos, produz espumantes pelo método Charmat. Enquanto a Casa Valduga só produz espumantes pelo método tradicional, a Domno ficou com os feitos pelo método Charmat, com resultados bastante consistentes. Este .Nero Rosé se mostrou um ótimo espumante, com uma boa relação custo/benefício. No nariz, leves notas de morango e framboesa. Cor salmão intenso e perlage fina este equilibrado corte de Pinot com Chardonnay, em boca mostrou ser fresco, agradável, de acidez moderada e boa cremosidade. Tem uma estrutura que o deixa versátil, podendo-se bebê-lo sozinho ou acompanhando comidas leves. Uma boa opção que vai agradar.

18 de março de 2015

Sábado com inspiração argentina: empanadas e malbec

Nome: Altos Las Hormigas
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Altos Las Hormigas

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça

Degustado em: 7 de março de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Empanadas de carne e empanadas de camarões
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Havíamos prometido à Érika que enviaríamos a receita de empanadas para ela. Então resolvemos testar novamente um recheio inventado pelo Claudio. Depois de algumas horas de estudos, passamos outras tantas na cozinha para preparar nossa empanadas. Ficaram excelentes! :) Na hora de degustá-las, resolvemos abrir um vinho argentino para harmonizar. O vinho é simples, mas bem gostoso. Foi uma boa recompensa para todo o trabalho.

Comentário do Claudio

Noite de empanadas caseiras. Resolvemos fazer nossa receita de empanadas e nada melhor que abrir um malbec argentino para acompanhar a iguaria portenha. O escolhido foi este clássico Alto de las Hormigas, vinho bastante conhecido e com uma boa reputação. É um vinho descomplicado, fácil de se beber e que vai agradar. Um malbec sem muita potência, frutado e agradável, um vinho que não compromete. Na noite de inspiração argentina a estrela foi a empanada!

17 de março de 2015

Vinhos excelentes à altura da companhia: Ave Julio Caesar e Il Rosso dell'Abazia

Nome: Ave Julio Caesar / Il Rosso dell'Abazia
Safra: 2010 / 2004
País: Argentina / Itália
Região: Mendoza / Nerveza della Bataglia, Montello
Produtor: Italian Winemakers in the New World / Serafini & Vidotto

Uvas/Corte: Cabernet Franc 70% e Malbec 30% / Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot
Teor alcoólico: 14,2% / 13%
Rolha: Rosca
Onde foi comprado: Gentilmente aberto por Déco Rossi / Itália

Quando foi comprado: - / Julho de 2013
Degustado em: 6 de março de 2015
Onde Bebeu: La Bottega del Vino, no Leblon, Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho de tomates (moças) e ravioli de cordeiro (rapazes)
Com quem: Claudio, Rafaela, Déco e Juli

Comentário do Produtor
Il Rosso dell'Abazia - Our Rosso is of a ruby red bright color with slight reflections of pomegranate and it has an optimum texture. The first impression in the nose is captivating and shows a complex fruitiness including a hint of dried red plums, sour cherries and candied citrus fruits. After that you can observe a hint of herbs of hay, aromatic herbs, myrtle berries and bay as well as impressions of flowers as for example bloomed violets and eucalyptus. In the mouth the perception is fresh and at the same time warm, comfortable and pleasant. The wine opens to its “young” but soft and harmoniously integrated tannins; the finish is long, fruity and spicy with a harmonic and persistent body. Serve with tasty meals like red meat, pheasant or mature mountain-cheese.


Impressões da Rafaela
Nos últimos anos, o início do mês de março vem sendo marcado pelo Encontro de Vinhos, feira organizada pelos amigos blogueiros Beto Duarte e Daniel Perches. Desta vez, a feira ocorreu na sede do Fluminense, palacete bonito que fica ali em Laranjeiras - onde eu costumava almoçar quando trabalhava no prédio do consulado alemão. Se não me falha a memória, todos os anos o Déco está presente. Desta vez, ele veio com a esposa, a simpática Juli. Combinamos então de jantar na noite seguinte. Por sugestão da Juli, escolhemos La Bottega del Vino, restaurante que fica no Leblon. Levamos nossos próprios vinhos, que foram bem recebidos pelo sommelier da casa. Realmente os vinhos eram excelentes. É tão bom provar vinhos bons. Duro depois é voltar à realidade dos vinhos apenas bonzinhos. Gostei especialmente do Ave, talvez por ter sido o primeiro a ser degustado. O prato que pedi, por influência da Juli, estava também excelente. Foi um jantar muito agradável. Tomara que possamos repeti-lo em breve.

Comentário do Claudio
As últimas vezes em que o Déco veio ao Rio, ele trouxe na bagagem uma garrafa de algum vinho argentino da uva Cabernet Franc para bebermos juntos. Desta vez não foi diferente. Por indicação da Juli, fomos jantar do Bottega del Vino no Leblon. Além do vinho que o D trouxe, levei uma garrafa de um vinho italiano que já queria provar há algum tempo. Ao chegar ao restaurante, o sommelier da casa era argentino e engrenou em um papo com o Déco. Além de conhecer o Ave Julio Caesar, ele irá importar os vinhos desta vinícola para o Brasil. Primeira dúvida da noite: qual vinho beber primeiro? Imaginamos que o argentino estaria mais potente, enquanto o italiano ganharia em complexidade pela sua idade. Abrimos as duas garrafas e logo no primeiro gole tivemos a certeza que a noite seria com dois diferentes e excelentes vinhos. Optamos por iniciar com o argentino. Já tinha provado um vinho desta vinícola lá em Buenos Aires. Este corte de Cabernet Franc (predominante) com Malbec estava muito interessante. A Cabernet Franc se mostrou muito presente, com intensidade e elegância. Um belo vinho que ainda vai ganhar com tempo em garrafa. Passamos para o vinho italiano, que estava no Decanter. Comprei este vinho na última vez em que estivemos na Itália. Escolhi este rótulo por ter a Cabernet Franc no corte e por ser da safra 2004, já com alguns anos de vida. O vinho não decepcionou. Mostrou muito equilíbrio e boa complexidade. Vinho de estilo Velho Mundo, do estilo que gosto e na idade certa para ser bebido. Belo vinho. A noite foi muito agradável, bom papo e dois vinhos bem diferentes, mas excelente em seus estilos.

16 de março de 2015

Visita ao Encontro de Vinhos no Rio de Janeiro

No dia 5 de março de 2015, Beto Duarte e Daniel Perches fizeram mais uma bem-sucedida edição do Encontro de Vinhos no Rio de Janeiro. Desta vez, a feira de vinhos foi realizada no belo palacete do Fluminense em Laranjeiras. O público superou as expectativas.

Impressões da Rafaela
Chegamos apenas no final do dia, mas o encontro estava bombando, como se diz aqui no Rio. Provei alguns vinhos de que gostei muito: como o espumante Luiz Argenta e a coleção completa de Carmelo Patti. Este produtor me lembra a viagem que fiz a Mendoza em 2008. A todo lugar que eu ia, em cada loja que entrava, lembro-me que todo mundo comentava sobre Carmelo Patti. Fiquei muito contente de provar os vinhos novamente. No encontro também tomei um golinho de um novo vinho da Guatambu, gentilmente oferecido pela Ju Gonçalves, uma apaixonada por esta vinícola. Valeu, Ju! Agora só nos resta esperar a edição do próximo ano.

Comentário do Claudio
Acompanho o Encontro de Vinhos aqui no Rio de Janeiro desde sua primeira edição. Desta vez o evento cresceu, mudou de lugar e bateu recorde de visitantes. Tive um dia cheio de compromissos e só pude chegar depois de 18h. Quem costuma ir a eventos de vinho sabe que esta é a hora mais cheia de visitantes, mas mesmo assim o amplo salão do clube suportou bem o público. Acabei não provando muitos vinhos, mas dentro do que provei destaco a linha completa dos excelentes vinhos do Carmelo Patti. Provei também alguns vinhos da vinícola brasileira Luiz Argenta. Já não experimentava esses vinhos há algum tempo e fiquei muito surpreso com a bela evolução em qualidade. Fiquei com vontade de prová-los novamente com calma. O evento foi bom para rever alguns amigos e bater papo. Parabéns ao Beto e ao Daniel pelo sucesso do Encontro de Vinhos no Rio.

10 de março de 2015

Leve e gostoso: Yali Three Lagoons Syrah 2012

Nome: Yali Three Lagoons
Safra: 2012
País: Chile
Região: Valle de Maipo
Produtor: Viña Ventisquero

Uvas/Corte: Syrah
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Rosca
Preço: -

Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo importador, Domno
Quando foi comprado: Fevereiro de 2015
Degustado em:  25 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
This Syrah is deep bluish-black in colour, with ripe blueberries and blackberries on the nose and subtle aromas of black pepper, toast, tobacco and chocolate. Full-bodied and concentrated, the wine has excellent structure provided by firm tannins that have mellowed out with bottle aging. The finish is long and complex. Serve at 16-18ºC. Pairs well with game meats such as deer, ostrich, and wild boar, as well as with pork and lamb. Drink now or within 5 years.


Impressões da Rafaela
Este dia foi bem puxado, teve trabalho das 8h às 20h. Eu tenho um horário de trabalho ideal, este dia foi realmente uma exceção, nem posso reclamar. Participei de uma feira de estudantes e atendi mais de 100 pessoas em duas horas e meia. Claudio chegou em casa logo depois de mim. Ele já tinha até feito um mate (que não é chimarrão, mas o chá mate gelado de que gostam os cariocas) quando sugeri abrirmos este vinho que recebemos da Domno. É um vinho bem gostoso, leve, amigável, bom para ser bebido de forma espontânea. 

Comentário do Claudio

Mais um vinho Yali que nos foi enviado pela Domno para provarmos. Desta vez um tinto da uva Syrah. Produzido no Valle del Maipo, um vinho de corpo médio, bem equilibrado que traz boas características da cepa. Apresenta uma fruta fresca misturada com notas de especiarias. De acidez moderada, mostrou notas de algo picante no final de boca. Pareceu-me ser um vinho bem versátil, foi bem com nossa pizza e acho que suportaria algo um pouquinho mais pesado. Um vinho bem feito pela Viña Ventisqueiro e que vai agradar.

2 de março de 2015

E o nosso vinho do mês foi: Osiris Reserva Merlot 2007 #cbe

Nome: Osiris Reserva
Safra: 2007
País: Uruguai
Região: Canelones
Produtor: Antigua Bodega Stagnari


Uvas/Corte: Merlot
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Preço: 1030 pesos

Onde foi comprado: Viños del Mundo, em Punta del Este
Quando foi comprado: Janeiro de 2015
Degustado em: 28 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa caseira com molho vermelho e almôndegas inspiradas na receita do Claude Troisgois
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela

Eu não sou muito de comer carne vermelha, mas com o tempo estou me tornando mais tolerante, especialmente com almôndegas e afins. Claudio viu dia desses uma receita feita pelo Claude Troisgois e ficou empolgado. Como iríamos abrir um vinho especial neste sábado, escolhido para a Confraria Brasileira de Enoblogs, decidimos então colocar em prática a receita. Claudio fez praticamente tudo, pois eu estava aqui refém dos meus estudos. Ele fez inclusive uma massa com molho vermelho - bom, eu ajudei a cortar os tomates e as cebolas. A comida estava tão deliciosa quanto o vinho. Foi uma ótima escolha. Acredito que acertamos bem na hora de abri-lo. O sabor já tinha um quê de adocicado, que o Claudio me disse talvez ser do envelhecimento. Eu gostei muito de tudo. Foi uma ótima escolha para o sábado de chuva e para fazer um brinde especial aos 450 anos do Rio de Janeiro. 

Comentário do Claudio

Escolhemos este vinho para ser o nosso vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. Em fevereiro o Vitor Beltrame, do ótimo blog Balaio do Vitor, indicou que deveríamos beber um vinho uruguaio varietal, sendo que a única cepa proibida seria a Tannat. Como acabamos de voltar de uma viagem a Punta del Este, voltamos com alguns bons vinhos de lá (quem quiser dicas de onde comprar vinhos em Punta pode ler este post aqui). Dentre as garrafas que trouxemos escolhemos um Merlot de respeito. Produzido pela Antigua Bodega Stagnari, é um vinho que impressiona. Seu estilo chega a lembrar alguns Bordeaux mais intensos. De cor violeta vivo e com 8 anos de vida, se mostrou um vinho maduro, bastante intenso, mas lembrando algo de velho mundo. Leves notas adocicadas, levemente licoroso, de bom corpo e boa estrutura. Um vinho que vale deixar respirando no decanter por um tempinho. Final de boca longo concentrando os sabores na língua com notas de pimenta preta. Ele está ótimo para beber agora, muito prazeroso. Um belo vinho que vale muito provar. Recomendo.

28 de fevereiro de 2015

Yali Wetland Reserva, um gostoso Sauvignon Blanc chileno

Nome: Yali Wetland Reserva
Safra: 2013
País: Chile
Região: Valle de Casablanca
Produtor: Viña Ventisquero

Uvas/Corte: 100% Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 12.6%
Rolha: Rosca
Preço: -

Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo importador, Domno
Quando foi comprado: Fevereiro de 2015
Degustado em:  21 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Peixe e batatas assados
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Aging potential: Drink now or within 3 years. Colour: crystalline, with pale green highlights. Aroma: complex and elegant nose of fresh lime, grapefruit, pineapple and pear, rounded off by delicate floral notes. Palate: elegant with well-balanced acidity, citrus and tropical fruit nuances appear on the long finish. Food Pairing: Ideal serving temperature: 10-12° C. This wine is delicious as an aperitif, but its freshness also pairs well with salads, shellfish, ceviches and fish.


Impressões da Rafaela
Apesar de toda a minha implicância com a Sauvignon Blanc, devo admitir que gostei bastante deste vinho. Ele tem aquele gosto herbáceo, o azedinho no retrogosto, mas também consegue ser bastante refrescante. Talvez tenha sido porque seguimos a dica do amigo Cris, de servi-lo geladinho, mas não passando do ponto. Acompanhou bem nosso jantar. No final da tarde sugeri ao Claudio que fôssemos ao supermercado comprar um pedaço de peixe e algumas batatas. Ele topou e menos de uma hora depois estávamos com nosso jantar delicioso servido na varanda. O dia foi quente, mas a noite estava bem agradável. Foi mais um dia de estudos. Espero realmente ver resultados no futuro, pois trocar praticamente todos os sábados de aventuras lá fora por estudo não é moleza - para a cabeça e para o corpo.


Comentário do Claudio
Os vinhos Yali estão lançando o novo design dos rótulos (muito equilibrado e bem feito). Recebemos esta garrafa da importadora para provar a nova safra. Um Sauvignon Blanc chileno, da região de Casablanca, de boa acidez, leve, descomplicado e agradável. Em boca mostrou equilíbrio, notas verdes sem exageros e algo picante em seu final. Foi muito bem com nosso peixe. Uma boa opção para se beber em um dia quente. Bom vinho.

24 de fevereiro de 2015

Espumante delicioso: Luiz Argenta Brut Rosé

Nome: LA Brut Rosé
Safra: -
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha, Flores da Cunha
Produtor: Luiz Argenta

Uvas/Corte:  100% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 48

Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: Janeiro de 2015
Degustado em:  20 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor: Rosa Tênue.  Perlage: Borbulhas finas, intensas e persistentes. Aroma: Aromas complexos e delicados que lembram principalmente, morango, cerejas e flores. Sabor: É agradável e fino, apresenta uma ótima estrutura, o açúcar e a acidez estão perfeitamente equilibrados, com boa persistência.



Impressões da Rafaela
Quando estiver em dúvida sobre qual espumante comprar e tiver entre as opções este Luiz Argenta não pense mais de um segundo: pegue-o! Eu fiquei muito bem-impressionada com a qualidade. O espumante é delicado, cor linda e sabor delicioso. Voltaria a bebê-lo com toda certeza. Este dia foi especialmente quente no Rio e nada melhor do que um espumante de alta qualidade para terminar bem o dia. Adorei!

Comentário do Claudio

A bonita vinícola Luiz Argenta de Flores da Cunha tem um cuidado especial com o design de seus produtos e principalmente as garrafas de seus vinhos. Compramos este espumante em nossa última passagem por Caxias. Além da bela garrafa, este espumante se mostrou de excelente qualidade. Muito bem feito, elegante e de boa complexidade em boca. Sabores intensos bem característicos da Pinot Noir. Boa cremosidade e acidez marcante formam o belo conjunto deste espumante. A garrafa vai fácil e quando você se dá conta o espumante já acabou. Belo produto.

22 de fevereiro de 2015

Cabernet Sauvignon da Aracuri para encerrar em alto astral o Carnaval

Nome: Aracuri
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Muitos Capões, nos Campos de Cima da Serra
Produtor: Aracuri Vinhos Finos

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Garrafa nº: 8057 de 17 mil
Preço: Gentilmente nos oferecido pela Paula
Degustado em:  17 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Crepes de queijo feitos em casa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Perfil Sensorial: aromas complexos e elegantes, destacando-se cassis e ameixa, com notas de pimenta preta, que se repetem no paladar. Vinho estruturado com taninos macios e acidez equilibrada.

Impressões da Rafaela

Gostamos muito deste cabernet, sempre uma escolha satisfatória. Não sei bem como explicar, mas ele é leve, porém com gosto marcante. Vai muito bem com comidas que não tenham sabor muito intenso. O dia foi passado praticamente em casa, estudando. Saímos apenas para um almoço do tipo ostentação no restaurante Lima. Ah, sim, já que estávamos por ali, fomos à Cobal, onde o Claudio comeu seu docinho preferido e aproveitou para comprar mais farinhas - afinal, em casa de padeiro, não pode faltar farinha de trigo!

Comentário do Claudio

Um cabernet leve, agradável e que vai bem com a comida. Um vinho da safra 2008, uma das primeiras safras da jovem vinícola da região dos Campos de Cima da Serra. Temos acompanhado a evolução dos vinhos desta região e por ser da safra 2008 mostra o potencial da região. Um bom Cabernet, fácil de se gostar e que foi bem com nossos crepes. Como venho falando, vale ficar de olho nos vinho da vinícola e dos vinhos desta região.

21 de fevereiro de 2015

Um pouco de "Catarsís" neste carnaval

Nome: Catarsís
Safra: 2011
País: Uruguai
Região: Atlantida
Produtor: Viñedo de los Vientos

Uvas/Corte: 70% Cabernet Sauvignon e 30% tannat
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Preço: Recebemos pelo clube W
Onde foi comprado: Wine.com
Degustado em:16 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pães e queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Sobre o nome: Catarsís (catarse) é uma experiência ou sentimento de purificação espiritual, trazido por uma experiência emocional intensa. Elaborado artesanalmente usando técnicas de vinificação antigas.

Impressões da Rafaela
Depois de tudo que preparamos nos últimos dias, nesta noite resolvemos comer o que sobrou de todas as outras receitas. Esquentamos alguns pães que o Claudio havia preparado nos últimos dias, cortamos tomatinhos (que sobraram do molho de tomate para a massa), separamos os queijos gruyère e ementhal (que compramos para os crepes), pegamos a garrafa de azeite Garzón (aberto para fazer a massa da pizza) e estava pronta a festa. Para acompanhar tudo isso, Claudio resgatou este vinho lá do fundo da adega. Foi uma boa escolha para finalizar o dia - passado em casa à frente do computador.

Comentário do Claudio
Recebi este vinho, produzido pela interessante vinícola uruguaia Viñedo de los Vientos, pelo clube W em junho de 2012. Na época, li alguns comentários nem sempre positivos de outras pessoas que também receberam o vinho. Resolvi deixar um tempinho na adega para ver como ele reagiria. Vinho de sabor intenso, estilo elegante e até uma certa rusticidade, o que me agrada. Vivo em boca, é o tipo de vinho que cresce com a comida, ficando bem mais interessante. Final de boca poderia ser mais longo e presente. De qualquer maneira foi um vinho que me agradou por seu estilo.

20 de fevereiro de 2015

Vai para Punta del Este? Veja onde comprar vinhos por lá

Em nossas últimas férias viajamos para Punta del Este. Durante os 10 dias que passamos lá provamos muitos vinhos uruguaios. Claudio visitou as lojas de vinhos algumas vezes antes de decidir quais garrafas traríamos para casa. Não há muitas opções de lojas em Punta, mas as que existem são boas. A seguir, as colocamos por ordem de preferência, adicionando alguns comentários.

1) Vinos del Mundo - Los Alpes y Boulevard Artigas parada 7 (Há outra em Ruta 10 km 182,5 Jose Ignacio, 11700, Punta del Este) - a melhor loja de vinhos de Punta. Boa seleção e variedade de vinhos uruguaios. Conversei com um dos donos, que me contou um pouco sobre o processo de seleção dos rótulos que entram na loja. Bom atendimento. Vale conhecer.

2) Gorlero Wine Shop - Av. Gorlero entre calles 30 y 31, Península - Pequena loja na principal rua de comércio do centro de Punta. As opções não são muitas, mas você pode encontrar alguns vinhos uruguaios com preço excelente. Passeando pela Av. Gorlero, dê um pulo lá.

3) Grand Cru - Av. Roosevelt y Parada 7, local 001, Torre Amadeus - Filial da importadora Grand Cru, tem grande variedade de vinhos importados. Com relação a vinhos uruguaios a oferta é relativamente boa, com alguns vinhos de pequenas vinícolas.

4) Devoto -  Av. Roosevelt y P.10 - Supermercado com boa oferta de vinhos uruguaios. Grande variedade de vinhos das linhas de entrada e também dos vinhos de alta gama. Antes de comprar os seus vinhos, vale dar um pulo no Devoto - onde também se pode encontrar outros ótimos produtos uruguaios, como doce de leite Lapataia e alfajor De las Sierras de Minas.

5) Tienda Inglesa - Av. Roosevelt y P.7, Punta Shopping - Outro supermercado que tem o mesmo perfil do Devoto. Você irá encontrar algumas variações na oferta de vinícolas.

6) Disco - El Estrecho - A seção de vinhos deste supermercado é menor do que a dos outros dois. Existem 2 lojas, a que fica na península é melhor para vinhos.

7) Existe ainda uma loja de vinhos em Punta Ballena, na rodovia Interbalnearia, mas infelizmente não anotamos o nome. É uma loja pequena, mas foi onde vi os vinhos uruguaios mais desconhecidos. Se você gosta de descobrir rótulos diferentes, visite esta loja.

E, finalmente, se você chegou pelo aeroporto de Montevidéu, reserve um tempinho para olhar os vinhos do Freeshop. Boas opções, safras antigas, vinhos exclusivos e bons preços. Vale deixar para comprar ali alguns vinhos.

Aproveite Punta del Este, beba bons vinhos e boas compras!

18 de fevereiro de 2015

Espumante para acompanhar nosso bloco particular de Carnaval: Casa Portuguesa Brut Rosé

Nome: Casa Portuguesa Brut Rosé
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra, Muitos Capões/RS
Produtor: Vinícola Fazenda Santa Rita

Uvas/Corte: 60% Chardonnay e 40% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 36
Onde foi comprado: Supermercado Bortolon, em Vacaria/RS
Quando foi comprado: 30 de janeiro de 2015
Degustado em:  15 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Nossa quase feijoada de Carnaval
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do produtor: 
Elaborado a partir de 60% de uvas Chardonnay e 40% Pinot Noir cultivadas na região de Campos de Cima da Serra. Com um cuidadoso processo de seleção de uvas em campo este espumante de origina com um processo de prensagem direta das mesmas a baixa pressão e com rendimento máximo de 50% de mosto flor. O que confere um espumante de uma atrativa e elegante cor rosa brilhante com um fino delicado e intenso perlage, que forma uma coroa cremosa duradoura e persistente. De aromas sutis de frutos frescos como pitanga e amoras tem-se um espumante cremoso fino delicado e sobre tudo fresco de longo final. Ideal para apreciar só ou acompanhar culinária tahi e japonesa, frutos do mar como camarões, saladas de mexilhões, ostras frescas ou ao vapor, peixes como mero e atum, risoto de frutos do mar e paellas. Deguste entre 6 a 8 graus.

Impressões da Rafaela
Nosso bloco de Carnaval neste ano está apenas concentrando... em casa. Nesses últimos dias, a cozinha tem esquentado as caçarolas como há muito não fazia. Hoje mesmo iríamos fazer apenas um feijãozinho, mas logo surgiu uma linguicinha na comissão de frente, seguida por uma couve rodadinha como uma baiana e logo estava se formando uma feijoadinha - só faltou a laranja. Para acompanhar a nossa quase-feijoada resolvemos abrir algo leve e refrescante. Claudio escolheu este espumante comprado em nossa última viagem a Vacaria. É um espumante bem leve, descomplicado e que faz uma espuma danada (cremoso, como explica o Claudio). É um espumante que vai acompanhar muito bem comemorações descontraídas. Depois da feijoada, saímos para fazer uma caminhada até o Parque Lage, no Jardim Botânico. Afinal, à noite ainda teríamos pizzas!

Comentário do Claudio
Todas as vezes que vamos a Vacaria procuramos as novidades dos vinhos feitos na região (Campos de Cima da Serra). Este espumante da Fazenda Santa Rita, feito com a consultoria do enólogo uruguaio Alejandro Cardozo, foi escolhido para escoltar nossa pequena feijoada de Carnaval. Recém-lançado, a proposta deste espumante é ser da linha de entrada da vinícola, que tem planejamento de produzir mais 5 espumantes diferentes, de todas as gamas. Feito pelo método Charmat é uma espumante fresco e direto. De corpo leve, correta acidez e de sabor intenso, é um gostoso espumante que funcionou bem para acompanhar a feijoada. De bela cor salmão clarinho, destaque para a intensa espuma e a cremosidade em boca. Mais um bom trabalho do enólogo Alejandro e mais um produto para mostrar o potencial da região.

17 de fevereiro de 2015

Ótima escolha do nosso amigo Cris: Perlita Malbec-Syrah 2011

Nome: Perlita
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Mendoza, Valle de Uco
Produtor: Bodega DiamAndes

Uvas/Corte: 80% Malbec e 20% Syrah
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Presenteado pelo Cristiano Orlandi, do blog Vivendo Vinhos, ao Claudio por ter vencido o bolão da Copa de 2014
Degustado em: 13 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa e molho de tomate caseiros
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do produtor: 
Perlita by DiamAndes es un Corte original de dos magníficos cepajes: el Malbec y el Syrah. La tipicidad del Malbec argentino combinada con la untuosidad del Syrah lo convierten en un vino muy agradable, amplio y rico. La tipicidad del viñedo de bodega DiamAndes le confiere una dimensión única al aportar frescor y equilibrio a ambos. El Corte resulta muy elegante! En boca desarrolla sabores a fruta madura y taninos muy suaves pero intensos. Sedoso y aterciopelado, termina con un bello final. Perlita by DiamAndes seducirá a los amantes de las aves salvajes y las carnes asadas, tanto blancas o como rojas.

Impressões da Rafaela
Sou muito agradecida ao Cris por ter escolhido este vinho para presentear o Claudio no bolão da Copa. É do tipo de vinho que me agrada muito. Eu poderia beber uns 5 litros. Ele tem uma pegada mais frutada, mais macio, adorável! Como está um calor dos infernos, resolvemos fazer o jantar na sala com ar condicionado. Foi uma maravilha de jantar. Estamos curtindo este carnaval passado em casa. Só meus estudos é que não estão rendendo como esperado, mas não se pode ter tudo. Pelo menos estou descansando bastante a cabeça.

Comentário do Claudio
Mais um vinho que ganhei no bolão que fizemos com alguns blogueiros de vinho na Copa. Este foi enviado pelo amigo Cristiano Orlandi. Escolhemos este vinho para acompanhar a nossa massa caseira com molho de tomates, mas o vinho tinha uma força maior do que a do nosso prato. É um vinho muito bem feito, clássico estilo de vinho argentino, com muita fruta e intensidade em boca. Cor violeta vivo, em boca mostrou notas de fruta em compota e leve toque da madeira. A Malbec se mostrou mais presente com a Syrah, aportando notas de especiarias e leve pimenta. Final de boca também é intenso apresentando uma nota verde. Um vinho de estilo moderno que vai agradar.

16 de fevereiro de 2015

Celebrando a vida com o sempre excelente Orus de Adolfo Lona

Nome: Orus
País: Brasil
Região: Garibaldi/RS
Produtor: Adolfo Lona

Uvas/Corte: Chardonnay, Pinot e Merlot em rosado
Teor alcoólico: 12,2%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado por Adolfo Lona
Degustado em:  12 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Peru e legumes assados no forno
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Depois de 12 dias sem bebermos vinhos, resolvemos comemorar a ótima recuperação do Claudio - que passou por uma cirurgia no nariz - com o excelente vinho do seu Adolfo Lona. Eu adoro o Orus e já estava de olho há tempos naquela garrafa guardada na geladeira. Chegou a grande oportunidade. Foi muito bom, como sempre.

Comentário do Claudio
Escolhi um espumante especial para celebrar o sucesso da cirurgia que tive que fazer no nariz. Como a ideia era fazer um brinde especial à família e aos amigos por toda atenção e carinho, nada melhor que um espumante feito por um amigo, Adolfo Lona. Já bebemos o Orus, espumante top que o Lona só produz cerca de 800 garrafas por safra, em outras oportunidades. Ele sempre mostra toda a sua qualidade, a qual sem dúvida o coloca entre os melhores do Brasil. É um espumante que carrega a personalidade do Lona. É muito equilibrado, tem excelente cremosidade, notas de fermentação com amêndoas e boa acidez. É um espumante de ótima complexidade e com belo potencial de envelhecimento. Um clássico!

14 de fevereiro de 2015

Passeio entre as videiras da Aracuri em Muitos Capões/RS


Nome: Aracuri Brut / Aracuri Pinot Noir
Safra: 2013 / 2014
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra, Muitos Capões/RS
Produtor: Aracuri

Uvas/Corte: Pinot Noir 100% / Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12% / 12,5%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela Paula Schenatto, enóloga da Aracuri
Degustado em: 31 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Casa da mãe da Rafaela
Harmonizado com: Porco assado, arroz, farofa, salada e maionese, além de cassata e pudim
Com quem: Claudio, Rafaela, Luci e Paula

Comentário do produtor:
Blanc de Noir: coloração amarelo dourado. Apresenta perlage fina, constante e elegante. No nariz se destacam os aromas da fermentação com notas tostadas e de frutas secas. No paladar é cremoso, com toque mineral e tostado. Além de volume de boca e acidez equilibrada.
Pinot Noir: aromas intensos e elegantes, destacando-se frutas vermelhas com notas de cacau. Paladar complexo e equilibrado com acidez vibrante. Harmonização: carnes leves; molho funghi; molhos pouco condimentados; queijos leves.

Impressões da Rafaela
Ao viajar para Vacaria, pensamos logo em provar alguns vinhos da região. A ideia era ir a uma pizzaria na sexta-feira à noite e vermos o que nos oferecia a carta. No final da tarde, porém, passamos por um imprevisto. Bem na hora em que fomos comprar carne para o churrasco que faríamos no sábado, o supermercado estava sendo assaltado. A história tem bastante detalhes, mas resumindo: a sexta-feira à noite foi em casa mesmo, com o Claudio com o nariz inchado depois de levar um soco ou uma coronhada no nariz. A mãe fez uma jantinha e ficamos quietos no nosso canto. Como o Claudio acordou bem disposto, mantivemos o passeio agendado com a Paula Schenatto, enóloga da Aracuri, e fomos conhecer os vinhedos em Muitos Capões. Aproveitamos também para dar uma voltinha lá no sítio. Depois do passeio, voltamos à Vacaria para almoçar. A mãe fez um porco no forno à lenha. Para acompanhar a comida, abrimos o espumante chardonnay, de que gostamos muito, e o pinot, também muito bom. Foi um ótimo sábado em boa companhia. Paula até começou a aprender frivolité com a mãe.

Comentário do Claudio
Quando marcamos a nossa viagem para Vacaria, entrei em contato com a Paula, enóloga da Aracuri e descobrimos que ela também estaria na região. Marcamos de nos encontrar e o passeio começou com uma visita às parreiras da vinícola, em Muitos Capões. Já havíamos passado por ali em outras oportunidades, voltando do sítio. Desta vez a Paula nos mostrou as diferentes variedades que já estão próximas de serem colhidas. Durante aquela semana as uvas para fazer o vinho base para espumante já tinham sido colhidas. Foi um passeio muito agradável e depois passamos pelo sítio da mãe da Rafaela. De volta para a cidade, almoçamos um belo porco feito no forno à lenha e para acompanhar a Paula levou alguns vinhos da Aracuri. O primeiro que provamos foi o espumante Collector, um blanc de noir feito com 100% de uvas Pinot Noir pelo método tradicional. Ele tem uma bela cor dourada intensa, com boa perlage. É um espumante de muita personalidade e de boa estrutura. Se mostrou muito gastronômico e harmonizou perfeitamente com o nosso porco. Com boa cremosidade e boa complexidade, é um espumante de respeito. Depois passamos para o recém-lançado Pinot Noir da safra 2014. A Pinot Noir se mostrou muito bem adaptada à região dos Campos de Cima da Serra, com altitude e frio. Os resultados dos vinhos com esta cepa são bem promissores. Este 2014 não foi diferente: ainda jovem, mostrou ótimas qualidades do Pinot. Vale comprar algumas garrafas e ir observando a evolução. Sobrou um pouquinho de vinho do almoço na garrafa e a noite resolvi prová-lo novamente. O tempo em contato com o oxigênio fez muito bem ao vinho também. Foi um dia muito divertido!

13 de fevereiro de 2015

Tem suco no blog: 29 - Sunny Days da Miolo

Suco de uva integral Miolo Sunny Days
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes)
Vinícola Miolo, Vale dos Vinhedos/RS
Tumelero Bebidas (R$ 12, 1l)
Uvas Bordô e Isabel

Já havíamos visto este suco no supermercado, mas o preço nos impediu de comprá-lo - no Zona Sul, no Rio, custa R$ 23! Tivemos então uma boa surpresa ao encontrá-lo em Caxias do Sul pela metade do preço. A Miolo era uma das grandes vinícolas brasileiras que até então não investiam em suco de uva. O suco é bom, mas baseados em outros sucos que já provamos, ele se mostrou um suco que tem o foco em volume, um suco comercial, para o dia a dia. Um suco correto, mas que não vai te marcar.

11 de fevereiro de 2015

Encontro de Vinhos no Rio de Janeiro: 5 de março, das 14h às 22h, no Clube Fluminense



O Rio de Janeiro vai receber no dia 5 de março de 2015 a 4ª edição do Encontro de Vinhos, feira organizada pelos amigos blogueiros Daniel Perches e Beto Duarte. Desta vez, o Encontro de Vinhos será no belo e imponente Salão Nobre do Clube Fluminense, em Laranjeiras - local que por si só já vale a visita.

Participarão 35 expositores apresentando mais de 200 rótulos, entre eles os Top 5 do Encontro.

O Clube Fluminense fica na Rua Álvaro Chaves, 41, quase esquina com a Rua Pinheiro Machado, pertinho do Palácio Guanabara. O Encontro de Vinhos ocorrerá das 14h às 22h. Os ingressos, que custam R$ 80, podem ser comprados antecipadamente pelo site www.encontrodevinhos.com.br/ingressos/ (a R$ 70).

Nós estaremos lá!

10 de fevereiro de 2015

Tem suco no blog: 28 - Terragnolo

Suco de uva integral Terragnolo
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes, orgânico)
Vinícola Terragnolo, Vale dos Vinhedos/RS
Di Paolo, Serra Gaúcha (R$ 9, 500ml) - Se comprado diretamente na vinícola, R$ 6
Uva Concord

Fazia tempo que não provávamos um suco de uva tão bom! Em nosso última viagem ao Rio Grande do Sul, paramos no restaurante Di Paolo para comer um galetinho e resolvemos pedir este suco para acompanhar a comida italiana. Foi uma ótima decisão. Suco encorpado, equilibrado, doçura na medida, de muita qualidade e especialmente delicioso. De todos os que já provamos, este foi um dos melhores. Suco muito bem feito que recomendamos fortemente.

9 de fevereiro de 2015

Brinde com espumante Laurentia Rosé Brut no Bar do Gomes, em Porto Alegre

Nome: Laurentia Rosé Brut
País: Brasil
Região: Barra do Ribeiro/RS
Produtor: Laurentia

Uvas/Corte: 50% Merlot, 25% cabernet franc e 25% nebbiolo
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 52
Quando foi comprado: 29 de janeiro de 2015
Onde foi comprado: Bar do Gomes, no Moinhos de Vento, em Porto Alegre/RS
Degustado em: 29 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Bar do Gomes
Harmonizado com: Harumaki, montadinhos de cogumelos e batatas bravas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Análise Visual: Cor rosé de intensidade meia.Análise Olfativa: Delicado um pouco floral lembrando mais a rosas, frutas vermelhas (framboesa) com um leve tostado no final. Análise Gustativa: Acidez marcante e equilibrada, tem uma estrutura macia com um perlage fino e persistente. Harmonização: Carnes brancas leves, massas não apimentadas. Como aperitivo com queijos ou a qualquer hora.

Impressões da Rafaela
Fomos convidados para a comemoração dos 60 anos de casamento dos meus padrinhos, Nenê e Sueli. Tão logo recebi o convite, já comecei a organizar nossa ida ao Rio Grande do Sul. Como o tempo é sempre curto quando viajamos para lá, decidimos ir ainda na quinta-feira, assim poderíamos dar uma saidinha em Porto Alegre antes de partirmos para Vacaria. Depois de algumas pesquisas, escolhemos o Bar do Gomes, que fica bem na área em que sempre gostamos de passear e de nos hospedar, a do bairro Moinhos de Vento. O Bar do Gomes é relativamente novo, mas atende como se tivesse anos de prática. Gostamos de tudo. Para acompanhar algumas das opções do cardápio, escolhemos este rosé, que tinha uma ótima marcação de preço - pelo menos diante do que estamos acostumados a ver aqui no Rio. Gostei muito da escolha, assim como do ambiente do Bar do Gomes.

Comentário do Claudio
Aproveitamos a nossa rápida passagem por Porto Alegre para conhecer o Bar do Gomes. Já tinha lido boas indicações sobre o bar que acabou sendo uma excelente escolha. Lugar agradável, boa comida e o mais interessante uma seleção de bons vinhos e espumantes a preços justos. Pareceu-me que o bar fez uma parceria com algumas vinícolas. Dos espumantes que estavam nesta lista me interessei por um que não conhecia, o Laurentia Rosé Brut. Não havíamos provado nem um vinho desta vinícola e nossa primeira experiência com este espumante foi das melhores. Feito com um corte nada usual, Merlot, Cabernet Franc e Nebbiolo, ele se mostrou um espumante com muita personalidade. Em boca, notas frutadas, boa acidez e muito equilíbrio. Espumante muito elegante e bem feito. Bela surpresa. Acompanhou muito bem as comidinhas e o clima agradável do Bar do Gomes na noite porto-alegrense.

8 de fevereiro de 2015

Depois da degustação de águas minerais no Parque de São Lourenço, provamos o Aurora 80 Anos

Nome: Aurora 80 Anos
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves
Produtor: Vinícola Aurora

Uvas/Corte: 60% Cabernet Sauvignon, 20% Cabernet Franc e 20% Merlot
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Ganhamos da Aurora
Degustado em: 24 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Hotel Brasil, em São Lourenço/MG
Harmonizado com: Diversos pratos caseiros
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro, Marcela e Regina Helena

Impressões da Rafaela
Na noite anterior chegamos a dar uma voltinha pelo centro de São Lourenço, mas foi neste sábado que conhecemos melhor a cidade. Saímos logo cedo para dar uma olhada no comércio e visitarmos a igreja. Depois de fazermos uma fezinha em duas lotéricas, seguimos para o Parque das Águas de São Lourenço, onde há nove fontes de águas minerais. Provamos todas elas. São sete tipos diferentes de águas minerais, cada uma com características e propriedades particulares. Há desde água contra problemas diuréticos até algumas para prevenir depressão. O parque é bem cuidado e muito agradável para passear. Lá encontramos os demais componentes de nosso grupo. Depois do almoço gostoso no Hotel Brasil, fomos dar mais uma volta no parque. Eu queria muito fazer uma massagem no spa que fica dentro do parque, mas os horários estavam todos já cheios. Ficará para uma próxima. Aproveitamos para brincar com os gatos do parque, beber mais algumas águas e simplesmente conversar à sombra das muitas árvores. O parque foi criado nos anos 1930 e ganhou notoriedade pela qualidade de suas águas. Agora a água mineral é engarrafada pelo Nestlé, que comprou os direitos há alguns anos. No finalzinho do dia ainda passeamos mais um pouco pelo calçadão. À noite, para acompanhar nosso jantar no hotel, abrimos este Aurora 80 Anos, outro bom vinho brasileiro.

Comentário do Claudio
Ganhei esta garrafa em uma visita que fiz, junto com outros blogueiros, à Cooperativa Vinícola Aurora em junho de 2011. Resolvi guardá-la por algum tempo. Durante a visita provamos o vinho feito em comemoração aos 75 anos da cooperativa e achei que este 80 anos poderia ganhar com um tempo de garrafa. Separando os vinhos para levar para São Lourenço, me lembrei desta garrafa e, com 7 anos de vida, achei que já era hora de provar. Depois de passear durante o dia pelo cidade e pelo agradável Parque das Águas Minerais em São Lourenço fomos jantar no restaurante do Hotel Brasil. Gostei do estilo deste vinho. Perfil mais gastronômico, com notas de terra, couro e frutas escuras, se mostrou muito equilibrado, estilo mais elegante, mais próximo do velho mundo, vinho de característica próxima ao que acho que os tintos brasileiros da Serra gaúcha podem oferecer. Gostei e fiquei com vontade prová-lo novamente, procurando uma boa harmonização.

7 de fevereiro de 2015

Em São Lourenço acompanhados pelo Salton Septimum 2009 #winebar

Nome: Salton Septimum
Safra: 2009
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Vinícola Salton

Uvas/Corte: Tannat, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Teroldego, Cabernet Sauvignon e Marselan
Teor alcoólico: 13 %
Rolha: Cortiça
Numeração: 790 / 7547
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Degustado em: Hotel Brasil, em São Lourenço/MG
Harmonizado com: Diversos pratos com gosto de comida caseira
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro, Marcela e Regina Helena

Comentário do Produtor
Profundo e brilhante na sua coloração, demonstra matizes bordô e rubi. Seu aroma expressa a complexidade da integração de sete castas, em equilíbrio com as mais legítimas características do carvalho. Neste conjunto se distinguem caracteres de frutos secos, notas balsâmicas, frutas vermelhas e negras maduras, além de toques de baunilha e especiarias. No paladar, apresenta um sabor igualmente complexo e estruturado com uma veludada adstringência, devido a seus taninos redondos, e um acentuado final de boca.

Impressões da Rafaela
Desde que conheço a mãe do Claudio, todos os anos ela passa uma temporada em São Lourenço, cidade mineira onde se encontram diferentes fontes de água mineral, cada uma com propriedades particulares. Neste ano, deu tudo certo para passarmos um fim de semana junto com ela e as amigas no Hotel Brasil, um dos empreendimentos mais antigos de São Lourenço. Não conseguimos sair muito cedo do Rio e acabamos chegando para o jantar. Quer dizer, chegamos depois do jantar que ocorre todas as noites no restaurante do hotel, mas na salinha ao lado nos esperavam diversos pratos, inclusive um arroz com feijão bem temperadinho. Claudio e eu decidimos levar dois vinhos para beber no fim de semana. O primeiro aberto foi este Salton, vinho redondinho, de que gostei muito. Logo após o jantar, houve ainda um show em um salão do hotel e a noite de queijos e vinhos.

Comentário do Claudio
Um ótimo vinho feito pela Salton. Recebemos este vinho para uma edição do Winebar. Não tivemos a oportunidade de abri-lo na data da transmissão e resolvemos guardá-lo por alguns meses. Fomos passar o fim de semana na cidade mineira de São Lourenço, famosa por sua fontes de águas minerais. Ficamos hospedados no Hotel Brasil, tradicional hotel que fica ao lado do parque das águas, hotel que meu bisavós e avós frequentavam. Resolvi levar duas garrafas de vinho para bebermos durante o fim de semana e a primeira que abrimos, no dia em que chegamos, foi este Salton. Vinho muito bem feito, de estilo moderno, mas sem exageros de extração de fruta ou madeira. Vinho redondo, de bom corpo, bem equilibrado, taninos macios e leve acidez. Um bom vinho, que vale ser provado, para abrir o passeio em São Lourenço.

1 de fevereiro de 2015

Existe Sauvignon Blanc e existe Pouilly-Fumé #cbe

Nome: Pouilly-Fumé
Safra: 2011
País: França
Região: Pouilly-Fumé
Produtor: Farl Domaine du Bouchot

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Preço: 10,7 euros
Onde foi comprado: Cave des Abbesses, em Paris
Quando foi comprado: Julho de 2013
Degustado em: 17de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Ravioli de gorgonzola feito em casa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Tasting notes: Pale green to yellow with golden glints, this Pouilly-Fumé has a well-balanced, very aromatic, fruity and floral nose. It delivers a good finish, typical of this appellation. Perfect balance between freshness and roundness.

Impressões da Rafaela
Eu ando meio implicante com a sauvignon blanc, o excesso de gosto herbáceo me incomoda bastante. Apesar de toda tipicidade deste vinho, consegui perceber o quanto ele é bem feito. Acho que a partir de agora, já avisei o Claudio, sauvignon blanc só se for Pouilly-Fumé. :) Este foi um bom sábado, com comprinhas na feira orgânica, rápida passagem pelo comércio de Botafogo e algumas horas de leitura. Hoje testamos o molde que compramos em Montevidéu para fazermos ravioli. Aprovado! Este verão está sendo o melhor de todos!

Comentário do Claudio
Exame visual: Dourado claro
Exame olfativo: Nariz bem intenso e bem característico da cepa. Destaque para notas de maracujá.
Exame gustativo: Quando o Alexandre passou o tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, fui ver na adega o que tínhamos em casa da uva Sauvignon Blanc. Encontrei uma garrafa de um vinho chileno e este Pouilly-Fumé. A Rafaela anda implicando com esta uva, quando os vinhos apresentam notas vegetais muito intensas, assim resolvi escolher o francês para observar a opinião dela. Ultimamente tenho apreciado muito os vinhos brancos franceses. Elegância, complexidade, pureza, mineralidade fazem os vinhos brancos da França únicos. Com este não foi diferente. Belo vinho do Loire, com muita tipicidade, mas com muita elegância, sem os exageros dos vinhos desta cepa que vemos em alguns representantes do novo mundo. Em boca, um vinho limpo, com muita acidez, notas de maracujá e notas verdes. Vinho de cultura biológica, tem um final de boca longo e marcante. Ótima experiência de mais um vinho certeiro que compramos em Paris na ótima Cave des Abbesses em Paris.

29 de janeiro de 2015

François Montand Brut Rosé

Nome: François Montand Brut Rosé
País: França
Região: Jura
Produtor: François Montand

Uvas/Corte: Black granache e cinsault
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Degustado em: 22 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pratos thai do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela
Finalmente choveu! Só que foi bem pouquinho - e bem quando estávamos indo buscar a comida thailandesa ali no Orienthai, nosso fast food thai preferido aqui em Botafogo. Depois de tantos dias de seca nem foi tão dramático chegar em casa com os braços molhados. Este espumante combinou muito bem com o clima da noite.

Comentário do Claudio
Exame visual: Aquela cor clássica de casca de cebola.
Exame olfativo: Bem interessante, com notas de fruta madura misturado com algo de pão e notas doces.
Exame gustativo: Um espumantes feito com uvas diferentes das que estamos acostumados a beber. Em boca se mostrou leve, com boa acidez, leve cremosidade e bastante vivo. Mostrou-se um espumante fácil de se beber e bem versátil. Acompanhou bem nossa comida thai.

28 de janeiro de 2015

Leve como uma noite de verão: Quinta do Bonifácio Brut Edição Limitada 2014

Nome: Quinta do Bonifácio
Safra: 2014
País: Brasil
Região: Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
Produtor: Don Bonifácio

Uvas/Corte: Chardonnay
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 38,00
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2014
Degustado em: 19 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Sushi do Matsuda
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela
Véspera de feriado, calorão e vontade de comer sushi resultaram em uma ida ao Matsuda e na abertura deste espumante comprado recentemente em Caxias do Sul por indicação do vendedor da loja Tumelero Bebidas. É um espumante bem leve, ideal para acompanhar jantares descompromissados. A conversa na varanda estava tão boa que deu até preguiça de ir pegar nossos bloquinhos para fazer anotações sobre o espumante.

Comentário do Claudio
Mais uma noite quente no Rio. Resolvemos comer comida japonesa e como sempre fazemos compramos no Matsuda e trouxemos para casa. Calor e sushi pedem um espumante. Abrimos este Quinta Don Bonifácio. Espumante feito pelo método Charmat, bem fresco e leve, ele tem um sabor peculiar que me lembrou uva itália e também me remeteu a algum sabor do passado. Funcionou bem com a comida japonesa. Não fizemos anotações sobre o espumante, apenas bebemos sem compromisso.

27 de janeiro de 2015

Para espantar o calor: Guatambu Extra Brut

Nome: Guatambu Extra Brut
Safra: 2012
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Guatambu Estância de Vinhos

Uvas/Corte: Chardonnay 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Garrafa nº: 1.425 de 2.800 produzidas
Preço: R$ 48
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2014
Degustado em: 15 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pães e queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Exibe cor verde com tons platinados, perlage fino e abundante, resultando em uma coroa cremosa e persistente. Revela aromas finos de frutas de polpa branca, como ameixa branca e pêra, dando lugar, em segundo plano, a notas delicadas de pão tostado e leveduras. Na boca apresenta-se cremoso, com amplo volume e grande frescor, onde as notas de frutas e leveduras estão em harmonia e equilíbrio.

Impressões da Rafaela
Assim como não sei como consegui sobreviver aos invernos que passei em Esmeralda, sem calefação e sem roupas realmente adequadas ao frio, não sei bem dizer como tenho vencido estes dias de calorão aqui no Rio. Quer dizer, se parar um segundo para pensar, eu saberei dar a resposta - mas aí teria de reformular a primeira frase deste texto. Bom, para acalmar o calorão de 40 graus deste começo de ano no Rio de Janeiro só mesmo com ar condicionado ou espumante. Ou os dois, como tivemos aqui em casa nesta noite. Comprei este espumante por indicação do vendedor da Tumelero, loja de vinhos lá de Caxias do Sul. Foi uma boa compra. Apesar de não ser o meu preferido, trata-se de um espumante bem feito, fresco e maravilhoso para ser aberto no momento atual, especialmente se estiver geladinho no ponto certo.

Comentário do Claudio
Exame visual: Dourado clarinho com perlage fina.
Exame olfativo: Notas florais bem agradável.
Exame gustativo: Um ótimo espumante da Campanha Gaúcha feito pelas mão do enólogo Alejandro Cardozo. Já havia lido muitos comentários sobre os vinhos e sobre o trabalho sério que a vinícola Guatambu vem desenvolvendo em Dom Pedrito, mas ainda não havia provado os vinhos. Este espumante se mostrou muito bem feito, com boa cremosidade em boca, bem seco e com final de boca bem marcado. Boa acidez, foi bem com os queijos e também é refrescante, ajudou na noite quente aqui do Rio. Espumante de ótima qualidade que me deixou com vontade de provar os outros vinhos feitos por lá.

Noite de vinhos perfeitos na companhia dos amigos do Gourmandise

Nome: Champagne Jacquart Bru Mosaïque / Chateau de Coulaine / Grumbach
Safra: - / 2010 / 2010
País: França / França / Alemanha
Região: Champagne / Chinon / Mosel
Produtor: Alliance Champagne / Chateau de Coulaine / Weingut Hermann Grumbach
Importador: Wine / -

Uvas/Corte: Chardonnay, pinot noir e pinot meunier / 100% Cabernet Franc /
Teor alcoólico: 12,5% / 13% / 8%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Wine / Cave des Abesses, em Paris / Vinícola, em Lieser, na Alemanha
Quando foi comprado: 2014 / Setembro de 2011 / Agosto de 2011
Degustado em: 10 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Pães e queijos
Com quem: Claudio, Rafaela, Marcel e Nina

Comentário do Produtor
Jacquart - A blend where Chardonnay is the dominant grape variety (35%-40%), giving Brut Mosaïque its freshness and delicate aromas. Pinot Noir (35%-40%) adds structure and Pinot Meunier (25% -30%) brings fruit. The grapes are sourced from exceptional terroirs, including the Grands Crus of the Côte des Blancs and the Montagne de Reims. The presence of 20% reserve wine ensures regularity of style, while more than three years ageing and a light dosage of 10g/l result in a balanced and complex champagne.
Chateau de Coulaine - C'est un vin bien structuré, riche en couleur et en matière. La macération dure environ 15 jours, à 25-30°, avec une fermentation malolactique rapide, juste après le pressurage. Il en résulte un "vin de Pâques" typique : première mise en bouteille de l'année, il ne séjourne pas en barrique. A boire jeune, dans les quatre ans.
Grumbach - Botrytisgeprägte Konzentration, spannendes Verhältnis von Säure und voller Süße.

Impressões da Rafaela
Fazia algum tempo que eu não bebia tantos vinhos bons em um único dia. Quando recebemos amigos para jantar, acabamos abrindo mais de uma garrafa, mas nem sempre as escolhas conseguem manter um padrão de qualidade. Neste dia, os vinhos estavam perfeitos! Fiquei muito bem impressionada com este champagne - recomendo ao Claudio que compre várias outras garrafas, pois eu adorei. O segundo vinho também estava ótimo, mas eu estava esperando mesmo para provar este alemão, que comprei por ter gostado bastante em uma degustação realizada em 2011. Nesta noite recebemos nossos queridos amigos do Gourmandise, Nina e Marcel. Fazia um tempão que não nos encontrávamos. Foram horas de muita conversa, risadas, comentários sobre o que fazer ou evitar em viagens, dicas sobre como melhorar receitas de pães, sugestão de quem sabe um dia viajarmos juntos para o Uruguai - ou para o Japão. :)

Comentário do Claudio
Marcel e a Nina (do blog Gourmandise) vieram passar o fim de semana no Rio. Eles foram os primeiros amigos que fizemos através do blog. Sempre é muito agradável e divertido encontrá-los. Acompanhados de bons vinhos fica ainda melhor. Para esta noite escolhi 3 garrafas da Adega. Começamos com o Champagne Jacquart que comprei na Wine. Foi uma boa surpresa, Champagne de excelente qualidade, muito equilibrado e elegante. Superou minhas expectativas, Champagne que recomendo. Como começamos bem a noite, resolvi abrir um vinho tinto do Loire que comprei em Paris na sempre certeira Cave des Abbesses. Um ótimo Chinon. Logo que o colocamos na taça, o Marcel comentou que tinha o perfil de vinho natural, que ele e eu gostamos. Ótima experiência. Para finalizar resolvemos provar um riesling alemão que a Rafaela comprou durante uma visita à vinícola. Estava preocupado se o vinho não seria muito doce, mas foi o contrário: tinha um equilíbrio perfeito entre a doçura e a acidez. Vinho muito bem feito e agradável. Acompanhou as sobremesas do Guerin. Foi uma noite excelente com belos vinhos na companhia dos amigos. Esperamos repetir em breve.

22 de janeiro de 2015

Ganhamos um jantar com vinho português no Irajá

Nome: Vinha Grande
Safra: 2010
País: Portugal
Região: Douro
Produtor: Casa Ferreirinha

Uvas/Corte: -
Teor alcoólico:
Rolha: Cortiça
Preço: Gentilmente oferecido pela Melina e pelo Marco
Onde foi comprado: Irajá Gastrobar
Degustado em: 8 de janeiro de 2015
Onde Bebeu: Irajá Gastrobar
Harmonizado com: Nhoque de baroa com molho funghi e releitura de um picadinho
Com quem: Claudio, Rafaela, Marco e Melina

Comentário do Produtor
De cor rubi profunda, é um vinho que revela um aroma intenso e complexo. Destaque para as componentes balsâmicas a cedro e caixa de tabaco, florais a esteva e resina, e ainda frutos vermelhos como a amora e groselha. Revela também frutos pretos, nomeadamente ameixa, sempre numa boa integração com a madeira discreta. Na boca tem um bom volume, acidez viva e taninos firmes. O seu final é longo e equilibrado.

Impressões da Rafaela
Fomos convidados pela Melina e pelo Marco para jantar. Eles escolheram o Irajá, restaurante onde fomos apenas uma vez há mais de dois anos. Gostei bastante do pão de queijo com coulis de damasco que escolhi, mas acabei enjoando do prato de nhoque depois da metade. O clima do restaurante é bem agradável, mas com marcação de preço bem elevada. Eu sempre fico em dúvida se o restaurante realmente entrega ao cliente o que cobra, mesmo tendo sido um jantar bem gostoso. Muito obrigada, Melina e Marco!

Comentário do Claudio
Nossos hóspedes nos convidaram para jantar no restaurante Irajá aqui em Botafogo. Foi uma noite muito agradável. O clima do restaurante é muito bom e para acompanhar os pratos o Marco escolheu um vinho português do Douro, o Vinha Grande. Do mesmo produtor do Barca Velha, este é um típico vinho do Douro. Início com um pouco de álcool aparecendo, mas que logo sumiu. Intenso, muita fruta e boa estrutura. Vinha Grande é um bom vinho. Foi um jantar divertido.

21 de janeiro de 2015

Jantar pretensioso: fazendo massa para italianos

Nome: Villagio Grando Brut / Barbeta Prosecco Superiori D.O.C.C
Safra: - / 2010
País: Brasil / Itália
Região: Água Doce, em Santa Catarina / Valdobbiadene
Produtor: Villagio Grando / Casa Vinícola Merotto

Uvas/Corte: Pinot Noir e merlot / prosecco
Teor alcoólico: 12,1% / 11,5%
Rolha: Cortiça
Preço: - / Presente da Melina e do Marco
Onde foi comprado: Cadeg / Deu la Deu, em Copacabana
Degustado em: 7 de janeiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa com molhos pesto e de tomate
Com quem: Claudio, Rafaela, Marco e Melina

Impressões da Rafaela

Já faz muitos anos que não vou à minha cidade natal, Esmeralda, mas sempre tenho contato com algumas pessoas de lá. É algo que me faz bem. Depois de encontrar por acaso duas antigas contemporâneas de colégio em Punta del Este, nesta semana estamos recebendo uma esmeraldense em casa e seu marido italiano. Fazia já uns 12 anos que eu não me encontrava com a Melina - a última havia sido em Curitiba por acaso. Na primeira noite deles no Rio, fizemos um jantar. Assim como nos arriscamos na noite em que fizemos empanadas para um argentino, neste jantar resolvemos fazer massa para um italiano. Muita pretensão, não? Bom, acho que nos dois casos, acabou dando tudo certo. Como o dia estava superquente, resolvemos abrir espumantes - um brasileiro e um italiano, nos presenteado pelo casal. Foi uma noite bem agradável.

Comentário do Claudio
Logo que chegamos de viagem recebemos em casa visitas, um casal de moradores de Veneza, que estavam de passagem pelo Rio antes de voltarem para a Itália. Melina é gaúcha, de Esmeralda, mesma cidade da Rafaela, e Marco é um verdadeiro italiano. Para o jantar resolvemos preparar uma massa fresca com molho de tomate e pesto para o italiano provar e ver se passávamos no teste. Foi um jantar muito agradável e para beber havia dois espumantes. Começamos pelo sempre correto Villaggio Grando Brut Rosé, sobre o qual já comentamos aqui no blog. Depois passamos para o também agradável Prosecco que eles compraram para bebermos juntos. Não fizemos anotações sobre o vinho, apenas aproveitamos a companhia. 

Na despedida do Uruguai: Pisano Merlot Tannat

Nome: Pisano
Safra: 2012
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Pisano

Uvas/Corte: Merlot 60% e tannat 40%
Rolha: Cortiça
Preço: 120 pesos a taça
Onde foi comprado: La Fonda del Puertito, em Montevidéu
Quando foi comprado: 4 de janeiro de 2015
Degustado em: 4 de janeiro de 2015
Onde bebeu: La Fonda del Puertito, em Montevidéu
Harmonizado com: Milanesa com papas fritas
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela
Na outra vez em que fomos a Montevidéu, ficamos bem impressionados com o restaurante La Fonda del Puertito. Por isso, não tivemos dúvida sobre onde seria nosso almoço de domingo. O restaurante é bastante simples, mas tem comidas deliciosas, além de boa carta de vinho. Como no dia anterior tínhamos tido duas experiências com vinhos, achei que era mais adequado pedirmos apenas duas tacinhas - alguém poderia dizer que deveríamos ter bebido água, mas em viagem não abrimos mão da refeição acompanhada por um vinho, ainda mais quando a comida é bem feita. Neste dia, antes de irmos ao aeroporto, passeamos pela orla de Montevidéu, que é bastante bonita, organizada e longa. Compramos um jornal local e ficamos lendo e observando as pessoas no domingo de manhã, fazendo suas caminhadas, pegando um sol ou tomando seus indefectíveis mates.

Comentário do Claudio
Último almoço em terras uruguaias antes de partir para o aeroporto. Depois de passear pela orla pela manhã, escolhemos este restaurante velho conhecido, o La Fonda del Puertito. O lugar é simples e aconchegante e a parrilla é excelente. Carne muito bem assada, macia e saborosa acompanhada por perfeitas papas fritas e os molhos da casa para acompanhar. Acabamos pedindo duas taças de vinho, para não passar em branco. O vinho que era servido em taça é um Pisano de entrada, um equilibrado corte entre Merlot e Tannat. Não tínhamos bebido um vinho dos Pisano nesta viagem e esta taça escoltou muito bem a refeição. Aquele tipo de vinho simples, mas feito para acompanhar comida, me lembrou alguns vinhos italianos, cujo perfil é exatamente este. Belo almoço para fechar nossa temporada uruguaia.

20 de janeiro de 2015

Leve, perfeito para um fim de tarde de verão: Don Pascual Brut Blanc de Noir

Nome: Don Pascual Brut Blanc de Noir
Safra: 2014
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Juanico

Uvas/Corte: Pinot Noir 85% e shiraz 15%
Teor alcoólico: 11,5%
Rolha: Rosca
Preço: 390 pesos
Onde foi comprado: Bar 62, em Montevidéu
Quando foi comprado: 3 de janeiro de 2015
Degustado em: 3 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Bar 62, em Montevidéu
Harmonizado com: Salada 62, chorizo e provolone
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do ProdutorThe principal characteristic of this wine is the intensity of the fruit and typical elegance of those wines with a champagne base. Young, fresh, approachable wine. 
Appearance: Stylish pale salmon colour
Nose: Intense and complex fruity aromas with a touch of wild forest mushrooms and fresh strawberries.
Palate: Balanced and lasting character, harmonious and dry.

Impressões da Rafaela
Depois do lauto almoço na Bouza, a fome era bem pequena à noite. Como estávamos ainda em viagem, resolvemos pedir um último vinho. Pedi para o Claudio escolher algo bem leve. Este rosé atendeu as minhas expectativas muito bem. A salada que comi também foi exatamente o que eu estava precisando para encerrar a maratona gastronômica dos últimos dias. Fechamos o dia com uma caminhada pela orla de Montevidéu, para vermos o elogiado pôr do sol. Mesmo com o vento tentando nos impedir, conseguimos! É realmente muito bonito. Já estou com saudades de nossa temporada em terras uruguaias.

Comentário do Claudio
Nossa última noite no Uruguai foi na pacata e pitoresca capital Montevidéu. Seguimos para o Bar 62 e, aproveitando o clima agradável da noite do verão uruguaio, sentamos em uma mesa na calçada. A fome não era grande e a ideia era pedir algum vinho leve, apenas para a noite não passar em branco depois do nosso belo almoço na Bouza. Don Pascual é a marca de vinhos mais vista nas lojas no Uruguai. Se não me engamo é a marca com maior produção e distribuição. Resolvemos escolher um vinho rosé, da Don Pascual, para acompanhar a agradável noite. Foi uma boa escolha, era o tipo de vinho que procurávamos. Um vinho fácil de se beber, sem complicações, leve, fresco, com leve notas de frutas frescas e bem feito. Vinho muito correto para nossa noite em Montevidéu.

Restaurante da Bodega Bouza: sempre uma excelente experiência gastronômica

Nome: Albariño
Safra: 2014
País: Uruguai
Região: Montevidéu
Produtor: Bodega Bouza

Uvas/Corte: Albariño
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Preço: 600 pesos
Onde foi comprado: Bodega Bouza
Quando foi comprado: 3 de janeiro de 2015
Degustado em: 3 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Restaurante da Bodega Bouza, nos arredores de Montevidéu
Harmonizado com: Pães e pratos deliciosos
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela
Levantamos cedinho neste dia para liberarmos nosso apartamento. Queríamos também cair logo na estrada, ou melhor, queríamos que chegasse logo a hora do almoço, pois ele seria na Bodega Bouza, onde almoçamos no começo de 2012. Novamente tivemos uma ótima experiência. Eu sou apaixonada pelos pães servidos no couvert do restaurante. São excelentes. Desta vez comi um peixe com spätzle verde, delicioso. Para acompanhar, tive o prazer de beber mais um albariño. Depois passeamos um pouco pela bela vinícola e seguimos para nossa última noite no Uruguai.

Comentário do Claudio
Um programa imperdível para quem vai para o Uruguai é visitar a Bodega Bouza e comer no excelente restaurante que existe ali. Quando planejamos nossa viagem a Punta del Este, arrumamos um jeitinho de passar por Montevidéu para irmos à Bouza (que fica bem pertinho da capital uruguaia). O lugar é bonito, muito bem cuidado, os vinhos são excelentes e tanto a comida quanto o serviço do restaurantes são impecáveis. Você pode escolher em fazer uma degustação com 4 vinhos diferentes ou escolher uma garrafa entre os vinhos produzidos por lá. O dia estava quente, um belo sol, não resistimos e bebemos novamente um Albariño, sobre o qual já comentamos alguns post abaixo. Mesmo sendo o meu prato um delicioso cordeiro, a excelente acidez do vinho proporcionou uma boa harmonização. Recomendo muito o vinho, a visita e o restaurante da Bouza.