27 de agosto de 2015

Les Amis - Bourgogne 2011

Nome: Les Amis
Safra: 2011
País: França
Região: Bourgogne
Produtor: Maison Louis Max

Uvas/Corte: Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Degustado em:  7 de abril de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Frango e legumes cozidos
Com quem: Claudio e Rafaela


Comentários do Produtor
Coloração de profundo rubi com reflexos púrpura. No nariz, aromas frescos de frutas vermelhas com um toque elegante de especiarias. Na boca, taninos suaves e muito frutados. Combina muito bem com carnes grelhadas e assadas, especialmente carnes bovinas. É um bom acompanhamento também para queijos curados.

Impressões da Rafaela
Decidimos abrir um vinho hoje em homenagem ao Dia do Jornalista. Preparei os ingredientes que tínhamos na geladeira. Para finalizar, ainda comemos alguns queijos que também estavam dando sopa. Foi um jantar bem caseiro, tranquilo e feliz. O vinho acompanhou bem tudo isso. Aproveitamos para conversar sobre Saint Emilion, cidadezinha francesa que pretendia conhecer na minha próxima viagem.

Comentário do Claudio
Este foi mais um vinho apresentado pelo Winebar. (Veja o video aqui) Importado pela Expand, é um Pinot bem agradável. Em boca: leve, equilibrado, fácil de se beber, um Pinot sem complexidade, mas que cumpre muito bem o seu papel. Leves notas de frutas vermelhas, boas características da cepa. Mostrou boa intensidade em boca, com final leve e agradável. Um Borgonha fácil de se beber e que foi bem com nosso jantar.

13 de agosto de 2015

Vistalba apresenta vinhos em excelente jantar no novíssimo Eleven

Na noite de 3 de agosto de 2015 tivemos o prazer de participar da apresentação dos vinhos da Vistalba realizada pelo enólogo Alejandro Cánovas no recém-inaugurado Restaurante Eleven, do chef alemão Joachim Koerper, no Rio de Janeiro.

Impressões da Rafaela
Chegamos pontualmente ao Eleven, no Jardim Botânico, e ficamos muito surpresos ao notar que praticamente todos os convidados já estavam ali trocando algumas palavras com os representantes da Domno do Brasil e da Vinícola Vistalba. Pouco depois estávamos acomodados em uma enorme mesa de 16 lugares montada no centro do restaurante.
Nelsir Carlos Kuffel, gerente de vendas nacional da Domno, abriu a noite com um brinde de .Nero Blanc de Blancs. Enquanto isso, eu estava provando o delicioso pãozinho alemão feito por Koerper. Segundo o maître, este pão remete à infância do chef alemão.
Depois da entradinha à base de peixe, partimos para uma lista de pratos com sabores especiais: tataki de atum com manga e gergelim, bacalhau confitado com feijão de Santarém e emulsão de laranja, leitão confitado com chutney de tomate, maracujá e batata ponte nova e, para fechar, brownie de chocolate caramelizado com frutos secos e sorvete de cumaru. Nem sei dizer do que gostei mais.
Com exceção do bacalhau, que foi acompanhado unicamente pelo Tomero Reserva Pinot Noir, os demais pratos foram servidos com duas opções de vinhos. Cabia a cada um avaliar qual vinho harmonizava melhor com o prato.
Sentei-me ao lado do enólogo Alejandro Cánovas, que havia saída naquela manhã mesmo de Mendoza e teria uma programação intensa também em São Paulo e Salvador nos dias seguintes. Antes de começarmos a degustar cada um dos pratos, Alejandro apresentava os vinhos e falava sobre as características da produção.
Foi uma noite muito agradável, com um jantar acompanhado por excelentes vinhos. O meu preferido foi o Tomero Reserva Pinot Noir.

Comentário do Claudio
Em uma agradável noite no novíssimo restaurante Eleven no Jardim Botânico provamos os vinhos da vinícola argentina Vistalba com a presença do enólogo, o simpático Alejandro Cánovas. Durante o excelente jantar preparado pelo chef Joachim Koerper provamos os vinhos da Linha Vistalba (com uvas da região de Luján de Cuyo) e da Linha Tomero (além de dois espumantes nacionais, .Nero.) Abaixo alguns comentários sobre os excelente vinhos provados.
Abrimos a noite com o espumante Blanc de Blancs .Nero. Os espumantes .Nero são todos feitos pelo método charmat, são muito bem feitos, sucesso de vendas. O Blanc de Blancs é muito elegante, delicado, envolvente, boa acidez e fácil de se beber. Acompanhou muito bem o couvert e os aperitivos do chef.
Com os comentários e as explicações do enólogo Alejandro, provamos os dois primeiros vinhos da linha Tomero. A ideia era provar um vinho branco e um rosé junto com um delicioso prato de atum e ver qual seria a melhor harmonização. Primeiro provamos o Torrontés, único vinho da linha Tomero que é produzido na região de Salta. O vinho surpreendeu pelo nariz bastante atraente, mais complexo que outros vinhos desta cepa. Em boca, mostrou bom corpo e estrutura aliado às notas florais características da cepa. Elegante e com complexidade, aguentaria até comidas um pouco mais pesadas. Ao mesmo tempo, provamos um rosé de malbec que também mostrou um nariz muito atraente. De cor mais clara que outros rosés argentinos. Alejandro explicou que Carlos Pulenta, dono da vinícola, adora os rosés da Provence, assim quis fazer um vinho mais elegante. Gostei deste rosé, bem gastronômico e como esperava algo mais intenso, me surpreendeu positivamente e na minha opinião casou muito bem com o prato.
Seguimos para o segundo prato da noite: um delicioso bacalhau com feijões de Santarém e para harmonizar um Pinot Noir Tomero. Foi a melhor dupla da noite: prato muito bem preparado e um Pinot Noir de respeito, vinho que merece ser degustado com calma para aproveitar todas as suas nuances. Fruta muito bem equilibrada, acidez perfeita, um grande vinho que deixou a vontade de beber mais um pouco.
Na sequência passamos por dois vinhos com mais potência e estrutura, Vistalba Corte B, elegante, estruturado e com muito potencial de guarda, e o jovem potente Tomero Petit Verdot. A harmonização para estes dois vinhos foi um prato de leitão, também muito bem preparado. Gostei muito dos dois vinhos, mas os considerei em estágios e perfis diferentes. O Corte B se mostrou mais equilibrado e mais pronto, um corte muito bem feito, mistura de intensidade em boca com elegância. Mostrou bom potencial de envelhecimento, mas já bastante agradável agora. O Petit Verdot mostrou as boas características da cepa, cor viva e intensa e muita potência em boca. Um belo vinho que, para o meu paladar, vai ficar ainda melhor com um tempo na garrafa.
Para finalizar a noite uma harmonização arriscada, o top Corte A com sobremesa. A harmonização não chegou a ser aquilo que foi imaginado, como o próprio enólogo comentou. A sobremesa, um brownie de chocolate caramelizado, precisava ser um pouco mais amarga. A harmonização não ficou ruim, mas apagou um pouco o brilho do excelente Corte A. O vinho segue a mesma busca de elegância/estrutura do corte B, só que com mais complexidade e ainda mais potencial de envelhecimento. Um belo vinho, de muita qualidade em uma noite de boas surpresas. Ainda provamos o espumante .Nero Moscatel, refrescante, doçura na medida. Foi um belíssimo jantar.

7 de agosto de 2015

Wines of Chile apresenta Vinhos da Costa Chilena no Rio de Janeiro

A Wines of Chile não poderia ter escolhido lugar melhor no Rio de Janeiro para realizar a masterclass "Vinhos da Costa Chilena - Diversidade e Consistência": o icônico Copacabana Palace, localizado em frente ao Oceano Atlântico. Esta foi a primeira ação da Wines of Chile no Rio, que pretende retornar no próximo ano com um evento ainda maior e aberto ao público consumidor. Desta vez, a masterclass sobre 11 rótulos chilenos foi apenas para convidados. Após a aula, realizada no dia 7 de agosto, houve ainda uma pequena feira com produtos de 16 vinícolas.

A masterclass foi conduzida pelo sommelier chileno Héctor Riquelme, mas teve participações de enólogos e representantes de algumas vinícolas. Mario Geisse apresentou o syrah Cool Coast da Casa Silva. O conhecido produtor dos espumantes Geisse aproveitou para dar uma ideia aos cariocas do frio que costuma fazer às margens do Pacífico. "Você olha para esta orla aqui em Copacabana e vê várias pessoas se exercitando simplesmente por prazer. Nas margens do Pacífico se você vir alguém correndo é porque a pessoa certamente está tentando se esquentar."

A degustação foi composta por quatro opções de sauvignon blanc, quatro de pinot noir, um shirah, um cabernet franc e um vinho da curiosa cepa Pedro Ximénez. "O foco nos vinhos com as uvas sauvignon blanc e pinot noir não pretende em nenhum momento desmerecer o passado - e outras uvas que marcam a história vitivinícola do Chile -, mas complementar o que já existe, abrindo novos caminhos e melhorando a cada dia", como afirmou Geisse. Riquelme aproveitou para dizer que não há a pretensão de copiar os vinhos de determinada região, mas alcançar uma boa tipicidade do lugar em que o vinho estiver sendo feito, opinião compartilhada pelo enólogo Ricardo Baetting da Morandé.

Riquelme destacou ainda que o vinho é resultado de três ingredientes: o solo, o clima e a interpretação humana. O sommelier aproveitou também para afirmar que não conhece no mundo um enólogo que levante da cama com o objetivo de fazer um vinho ruim. "Todos querem desenvolver um bom produto!"

Dos 11 vinhos degustados, os meus preferidos foram o Gran Reserva Pinot Noir 2014 da Morandé e o Floresta Cabernet Franc 2012 da Santa Rita.

A aula foi composta ainda pela apresentação de:
Falernia Pedro Ximénez 2013 (Viña Falernia, Valle de Elqui) - a Pedro Ximénez é bastante usada na fabricação de pisco. Estima-se que tenha chegado à América do Sul por volta de 1500, sendo primeiro ao Peru. É mais cultivada na Argentina. A Falernia foi criada em 1998 por dois primos italianos.

Siegel Special Reserve Sauvignon Blanc 2015 (Siegel Family Wines, Valle de Leyda) - para quem gosta de vinhos com muito vegetal, mas muito mesmo!

Montes Alpha Special Cuvée 2014 (Montes, San Antonio)

Terruyno Sauvignon Blanc 2012 (Concha y Toro,  Valle de Casablanca) - perto dos outros três SB bem característicos, este ficou até meio apagadinho.

Aconcagua Costa Chardonnay 2013 (Errazuriz, Manzanar) - Ótimo chardonnay!

Secreto de Viu Manent Pinot Noir 2013 (Viu Manent, Casablanca) - Eu tinha bastante curiosidade de provar este vinho, gostei.

Arboleda Pinot Noir 2013 (Arboleda, Aconcagua) - Este é um vinho muito bem feito. Provamos há algumas semanas, quando nos foi enviado pelo Winebar, e gostei bastante.

Duette Pinot Noir 2012 (Indomita, Valle de Casablanca) - Bom vinho. Segundo Héctor Riquelme, segue bem o estilo dos vinhos de Casablanca.

Cool Coast Syrah 2012 (Casa Silva, Costa do Vale de Colchagua).

Na feira que seguiu a masterclass, havia vinhos da Aresti, Bodegas y Viñedos de Aguirre, Cousiño Macul, Maquis e Requingua.

3 de agosto de 2015

Celebración 150 - Gran Cuvée, um impressionante uruguaio com 18 anos de vida

Nome: Celebración 150 Anõs Gran Cuvée
Safra: 1997
País: Uruguai
Região: Colônia
Produtor: Los Cerros de San Juan

Uvas/Corte: Tannat e Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: -

Numeração da garrafa: 2941
Onde foi comprado: Devoto, em Punta del Este, no Uruguai
Quando foi comprado: Janeiro de 2015
Degustado em:  4 de abril de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa e molho caseiros
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Una cuvée de dos vinos emblemáticos del establecimiento, Tannat y Cabernet Sauvignon, representativos y de alta expresión. Un gran reserva con crianza mixta, en madera y botella por siete años. Nació en marzo de 1997 - excelente año vitícola - de uvas maduras y concentradas. Vivió sus dos primeros años en barricas nuevas de roble francés. Desde mayo de 1999 habita la botella que lo contiene hasta ver la luz en el 2004. Su tapón original de corcho natural de primera calidad, fue cambiado en mayo de 2003, para asegurar la larga vida que augura este vino. El perfil sensorial de este vino es evocador de años bien vividos. Su color permanece intacto. A la nariz destaca perfumes variados y profundos que se suceden sin pausa desde la primera olfacción al retrogusto. Se descubren uno a uno con la claridad de la edad madura. En la boca tiene un tacto suave y pleno porque la magia del tiempo fue capaz de moldear con sabiduría el temperamento fuerte de su juventud. Para disfrutar su plenitud desde el primer instante será mejor servirlo decantado. En el pasaje de la botella, que lo contuvo por tan largo tiempo, a una jarra decantadora recibe un abrazo de oxígeno que lo anima a mostrarse nuevamente con todo su color, olor y sabor. Refrescarlo si su temperatura fuera superior a los 18ºC. Servir en una copa grande que se estreche en los bordes para apreciarlo todo sin palidecer ninguna sensación.


Impressões da Rafaela
Este é um daqueles vinhos que dá gosto beber. Ainda mais porque harmonizou ricamente com a massa que o Claudio preparou para me esperar. Eu havia ficado duas semanas fora, uma a trabalho, outra acompanhando minha mãe que fez uma cirurgia no braço. Foi bom chegar em casa e ser recepcionada com um jantar feito com cuidado. O vinho harmonizou com tudo isso. 


Comentário do Claudio
Este vinho já entra para a seleção dos melhores de 2015. Em nossa estada em Punta del Este selecionei alguns vinhos para comprar e trazer ao Brasil. Fiquei muito curioso quando vi este vinho da safra 1997 sendo comercializado. Resolvi comprar para conhecer e foi uma excelente aquisição. Quem gosta de vinhos com alguns anos de vida vai adorar este corte de Tannat com Cabernet. Seu estilo lembra o Montchenot argentino. Apesar dos 18 anos, o vinho está vivo, mostrou que envelheceu muito bem. Elegante, levemente licoroso. Em boca ele é intenso, com taninos vivos, final longo e prazeroso. Belíssimo vinho e uma ótima surpresa. Gostaria de ter mais uma garrafa para beber novamente. Quem for para o uruguai, fica a dica.

Pizza e vinho, combinação perfeita!

Nome: Vivanco Crianza
Safra: 2010
País: Espanha
Região: Rioja
Produtor: Dinastia Vivanco

Uvas/Corte: Tempranillo 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça

Degustado em: 21 de março de 2015
Onde Bebeu: Ferro e Farinha
Harmonizado com: Pizzas diversas
Com quem: Claudio, Rafaela, Nina e Marcel

Comentário do Produtor

Color cereza brillante. Aromas intensos a fruta fresca madura, con notas especiadas y de regaliz, acompañado de elegantes aromas tostados y ahumados. En boca se muestra fresco y goloso, con un paso de boca elegante, persistente y muy equilibrado.

Impressões da Rafaela
Há quem goste de comer pizza com cerveja ou mesmo ache que ela fica perfeita com uma coca-cola. Eu prefiro com vinho. Por isso, quando a Nina e o Marcel sugeriram conhecer a nova pizzaria que abriu no Catete logo pensamos em levar um vinho. Lá a taxa de rolha é bem convidativa: R$ 12,50 (em março/2015). Claudio escolheu este vinho, que apesar de estar um pouco fora da temperatura ideal foi muito bem com a pizza. A Ferro e 
Farinha tem apenas cinco meses de funcionamento. Uma portinha no Catete. Dentro há um balcão, de onde se pode assistir à preparação das pizzas. No lado de fora, três mesas longas. Chegamos bem cedo. Se não fosse assim, teríamos de entrar na longa fila de espera. Em determinado momento havia mais de 20 pessoas de pé à espera de uma mesa. Alguns até migraram para o boteco ao lado. A pizza é realmente muito boa, eu fiquei bastante satisfeita. Pretendemos voltar em breve. Acabamos pedindo quatro pizzas, mas três teriam dado conta da nossa fome facilmente. O cardápio é bem enxuto, mas as opções são tentadoras.

Comentário do Claudio
O dia foi cheio. Na hora do almoço fomos na Casa do Sardo, restaurante italiano que fica em São Cristóvão com ótimas massas e preços bem justos. Bebemos uma meia garrafa de um correto Montepulciano D'Abruzzo, o Ritratto di Costa 2013, vinho básico, mas feito para acompanhar um prato despretencioso de massa. Seria aquele típico vinho da casa em restaurantes na Itália. Uma refeição fica sempre melhor com vinho. À noite marcamos de encontrar os amigos Marcel e Nina que estavam no Rio. Eles sugeriram de provarmos as faladas pizzas da Ferro e Farinha, pequena pizzaria no Catete comandada por um norte-americano. Resolvi levar uma garrafa do sempre agradável e bem feito Vivanco Crianza. Apesar de estar fora da temperatura ideal, funcionou bem com as pizzas muito bem feitas da casa. Um vinho fácil de se beber e de se gostar. Recomendo. A noite foi muito agradável.

8 de abril de 2015

Jantar perfeito: Il Borgo del Conte harmonizado com Chianti

Nome: Chianti Colline Pisane Podere il Ceno
Safra: 2011
País: Itália
Região: Chianti Colline Pisane
Produtor: Sorelle Palazzi

Uvas/Corte: Sangiovese 85%, Malvasia Nera e Canaiolo 15%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Preço: -  

Onde foi comprado: Lavinia, Paris
Quando foi comprado: Maio de 2014
Degustado em:  14 de março de 2015
Onde Bebeu: Restaurante Il Borgo del Conte, em Botafogo, Rio de Janeiro, que cobrou R$ 35 de taxa de rolha
Harmonizado com: Camembert aquecido com figo e mel, tagliatele al ragú e gnochi al ragú
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Vendemmia: manuale , fine settembre; Vinificazione: tradizionale con rimontaggi giornalieri; Colore: rosso rubino intenso con leggeri riflessi violacei; Profumo: intenso di frutta rossa matura dove l’amarasca predomina su tutto; Sapore: morbido con buona intensità tannica.


Impressões da Rafaela
Escolhemos este sábado para um jantar especial no ótimo Il Borgo del Conte, restaurante italiano relativamente novo que fica em Botafogo, perto da Cobal. O restaurante é conduzido pelo dono, o simpático italiano Angelo, que recebe os clientes com um aperto de mão e que faz você se sentir como se estivesse sendo recebido na casa dele. E o mais importante: a comida é saborosa! Ao saber que a taxa de rolha custava R$ 35, pensamos em levar nosso próprio vinho. Eu havia comprado este vinho em uma viagem à França - sou daquelas que está numa ótima loja de franceses, mas não resiste a um Chianti. O vinho estava bom, mas tinha um amarguinho chato no final, sabor que desapareceu tão logo chegaram os pratos. Aí ficou redondinho, prova de que foi feito para acompanhar a comida. Eu fiquei muito satisfeita com tudo. Espero voltar em breve ao restaurante.

Comentário do Claudio
Um ótimo e típico jantar italiano no agradável restaurante Il Borgo del Conte em Botafogo. Resolvemos levar nossa garrafa de vinho e o escolhido foi este Chianti que a Rafaela tinha comprado na Europa. Uma coisa que eu gosto muito nos vinhos italianos é que muitos deles foram feitos para acompanhar a comida. Este Chianti é um típico exemplo disto. Antes de nossos pratos chegarem, se mostrou um vinho interessante, mas sem um brilho especial. Quando os pratos chegaram, o vinho mostrou a que veio. Uma perfeita harmonização, que valorizou tanto o prato quanto o vinho. Equilibrado e agradável, um vinho sem dúvida gastronômico. Foi um ótimo jantar.

30 de março de 2015

Leopoldina Merlot 2011 - Casa Valduga

Nome: Leopoldina
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga

Uvas/Corte: Merlot 100%
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 68

Onde foi comprado: Restaurante La Forneria em Vitória da Conquista, BA
Quando foi comprado: 13 de março de 2015
Degustado em:  13 de março de 2015
Onde Bebeu: Restaurante La Forneria em Vitória da Conquista, BA
Harmonizado com: Filet au Poivre
Com quem: Claudio e Gilberto

Comentário do Produtor
Visão: Coloração rubi com tons violáceos. Olfato: Aromas de amora, cacau, especiarias doces e baunilha. Paladar: Encorpado, taninos macios e retrogosto longo com notas amadeiradas. Excelente persistência gustativa, com revelador toque de frutas maduras.


Comentário do Claudio
Depois de três dias rodando pelo sul da Bahia em função de um trabalho, para fechar a viagem fomos jantar no restaurante La Forneria em Vitória da Conquista. Local de ótima comida, ambiente agradável e serviço perfeito. Dei uma olhada na carta de vinhos e dentre algumas opções vi este Merlot da Casa Valduga. Já tinha algum tempo que não bebia um vinho tinto deles e resolvi arriscar este Merlot. Muito agradável e equilibrado, escoltou bem os pratos. Não fiz anotações, mas foi um vinho fácil de se beber, bem feito, um interessante Merlot nacional. Vale provar.

20 de março de 2015

Brindando a vida com .Nero Rosé

Nome: .Nero Rosé
Safra: -
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Domno do Brasil

Uvas/Corte: : Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 34,90

Onde foi comprado: Egg Show, Cadeg, no Rio de Janeiro
Quando foi comprado: 9 de março de 2015
Degustado em:  9 de março de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Comida thai, do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Análise sensorial: Coloração vermelho cereja, perlage fino e persistente. Aroma com notas de frutas vermelhas como morango e framboesa. Frutado, equilibrado e com boa persistência. Consumo: 06º a 08ºC Harmonização: Saladas, pratos frios, peixes, camarão, massas com molhos pouco condimentados e sobremesas não muito doces, a base de frutas vermelhas.


Impressões da Rafaela
No ano passado fizemos uma recepção no trabalho, na qual foi servido este .Nero Rosé, vinho de qualidade boa e ótimo preço. Claro que no ano passado, quando havia menos impostos no Rio, o preço era bem melhor. De R$ 26,90 em outubro passou para R$ 34,90 agora. Mesmo assim ainda continua sendo uma compra com bom custo/benefício. Inspirados pela boa experiência, além de comprarmos garrafas para uma nova recepção, aproveitamos, nós a equipe, para encomendarmos também algumas garrafas. Eu comprei uma e logo já a abrimos em casa. É um espumante leve, refrescante, mas com um sabor marcante. Eu gosto bastante. Esta é uma bebida ideal para momentos felizes. 


Comentário do Claudio
A Domno é uma empresa da família Valduga que, além de importar vinhos, produz espumantes pelo método Charmat. Enquanto a Casa Valduga só produz espumantes pelo método tradicional, a Domno ficou com os feitos pelo método Charmat, com resultados bastante consistentes. Este .Nero Rosé se mostrou um ótimo espumante, com uma boa relação custo/benefício. No nariz, leves notas de morango e framboesa. Cor salmão intenso e perlage fina este equilibrado corte de Pinot com Chardonnay, em boca mostrou ser fresco, agradável, de acidez moderada e boa cremosidade. Tem uma estrutura que o deixa versátil, podendo-se bebê-lo sozinho ou acompanhando comidas leves. Uma boa opção que vai agradar.

18 de março de 2015

Sábado com inspiração argentina: empanadas e malbec

Nome: Altos Las Hormigas
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Altos Las Hormigas

Uvas/Corte: Malbec 100%
Teor alcoólico: 13,9%
Rolha: Cortiça

Degustado em: 7 de março de 2015
Onde Bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Empanadas de carne e empanadas de camarões
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Havíamos prometido à Érika que enviaríamos a receita de empanadas para ela. Então resolvemos testar novamente um recheio inventado pelo Claudio. Depois de algumas horas de estudos, passamos outras tantas na cozinha para preparar nossa empanadas. Ficaram excelentes! :) Na hora de degustá-las, resolvemos abrir um vinho argentino para harmonizar. O vinho é simples, mas bem gostoso. Foi uma boa recompensa para todo o trabalho.

Comentário do Claudio

Noite de empanadas caseiras. Resolvemos fazer nossa receita de empanadas e nada melhor que abrir um malbec argentino para acompanhar a iguaria portenha. O escolhido foi este clássico Alto de las Hormigas, vinho bastante conhecido e com uma boa reputação. É um vinho descomplicado, fácil de se beber e que vai agradar. Um malbec sem muita potência, frutado e agradável, um vinho que não compromete. Na noite de inspiração argentina a estrela foi a empanada!

17 de março de 2015

Vinhos excelentes à altura da companhia: Ave Julio Caesar e Il Rosso dell'Abazia

Nome: Ave Julio Caesar / Il Rosso dell'Abazia
Safra: 2010 / 2004
País: Argentina / Itália
Região: Mendoza / Nerveza della Bataglia, Montello
Produtor: Italian Winemakers in the New World / Serafini & Vidotto

Uvas/Corte: Cabernet Franc 70% e Malbec 30% / Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot
Teor alcoólico: 14,2% / 13%
Rolha: Rosca
Onde foi comprado: Gentilmente aberto por Déco Rossi / Itália

Quando foi comprado: - / Julho de 2013
Degustado em: 6 de março de 2015
Onde Bebeu: La Bottega del Vino, no Leblon, Rio de Janeiro
Harmonizado com: Massa com molho de tomates (moças) e ravioli de cordeiro (rapazes)
Com quem: Claudio, Rafaela, Déco e Juli

Comentário do Produtor
Il Rosso dell'Abazia - Our Rosso is of a ruby red bright color with slight reflections of pomegranate and it has an optimum texture. The first impression in the nose is captivating and shows a complex fruitiness including a hint of dried red plums, sour cherries and candied citrus fruits. After that you can observe a hint of herbs of hay, aromatic herbs, myrtle berries and bay as well as impressions of flowers as for example bloomed violets and eucalyptus. In the mouth the perception is fresh and at the same time warm, comfortable and pleasant. The wine opens to its “young” but soft and harmoniously integrated tannins; the finish is long, fruity and spicy with a harmonic and persistent body. Serve with tasty meals like red meat, pheasant or mature mountain-cheese.


Impressões da Rafaela
Nos últimos anos, o início do mês de março vem sendo marcado pelo Encontro de Vinhos, feira organizada pelos amigos blogueiros Beto Duarte e Daniel Perches. Desta vez, a feira ocorreu na sede do Fluminense, palacete bonito que fica ali em Laranjeiras - onde eu costumava almoçar quando trabalhava no prédio do consulado alemão. Se não me falha a memória, todos os anos o Déco está presente. Desta vez, ele veio com a esposa, a simpática Juli. Combinamos então de jantar na noite seguinte. Por sugestão da Juli, escolhemos La Bottega del Vino, restaurante que fica no Leblon. Levamos nossos próprios vinhos, que foram bem recebidos pelo sommelier da casa. Realmente os vinhos eram excelentes. É tão bom provar vinhos bons. Duro depois é voltar à realidade dos vinhos apenas bonzinhos. Gostei especialmente do Ave, talvez por ter sido o primeiro a ser degustado. O prato que pedi, por influência da Juli, estava também excelente. Foi um jantar muito agradável. Tomara que possamos repeti-lo em breve.

Comentário do Claudio
As últimas vezes em que o Déco veio ao Rio, ele trouxe na bagagem uma garrafa de algum vinho argentino da uva Cabernet Franc para bebermos juntos. Desta vez não foi diferente. Por indicação da Juli, fomos jantar do Bottega del Vino no Leblon. Além do vinho que o D trouxe, levei uma garrafa de um vinho italiano que já queria provar há algum tempo. Ao chegar ao restaurante, o sommelier da casa era argentino e engrenou em um papo com o Déco. Além de conhecer o Ave Julio Caesar, ele irá importar os vinhos desta vinícola para o Brasil. Primeira dúvida da noite: qual vinho beber primeiro? Imaginamos que o argentino estaria mais potente, enquanto o italiano ganharia em complexidade pela sua idade. Abrimos as duas garrafas e logo no primeiro gole tivemos a certeza que a noite seria com dois diferentes e excelentes vinhos. Optamos por iniciar com o argentino. Já tinha provado um vinho desta vinícola lá em Buenos Aires. Este corte de Cabernet Franc (predominante) com Malbec estava muito interessante. A Cabernet Franc se mostrou muito presente, com intensidade e elegância. Um belo vinho que ainda vai ganhar com tempo em garrafa. Passamos para o vinho italiano, que estava no Decanter. Comprei este vinho na última vez em que estivemos na Itália. Escolhi este rótulo por ter a Cabernet Franc no corte e por ser da safra 2004, já com alguns anos de vida. O vinho não decepcionou. Mostrou muito equilíbrio e boa complexidade. Vinho de estilo Velho Mundo, do estilo que gosto e na idade certa para ser bebido. Belo vinho. A noite foi muito agradável, bom papo e dois vinhos bem diferentes, mas excelente em seus estilos.

16 de março de 2015

Visita ao Encontro de Vinhos no Rio de Janeiro

No dia 5 de março de 2015, Beto Duarte e Daniel Perches fizeram mais uma bem-sucedida edição do Encontro de Vinhos no Rio de Janeiro. Desta vez, a feira de vinhos foi realizada no belo palacete do Fluminense em Laranjeiras. O público superou as expectativas.

Impressões da Rafaela
Chegamos apenas no final do dia, mas o encontro estava bombando, como se diz aqui no Rio. Provei alguns vinhos de que gostei muito: como o espumante Luiz Argenta e a coleção completa de Carmelo Patti. Este produtor me lembra a viagem que fiz a Mendoza em 2008. A todo lugar que eu ia, em cada loja que entrava, lembro-me que todo mundo comentava sobre Carmelo Patti. Fiquei muito contente de provar os vinhos novamente. No encontro também tomei um golinho de um novo vinho da Guatambu, gentilmente oferecido pela Ju Gonçalves, uma apaixonada por esta vinícola. Valeu, Ju! Agora só nos resta esperar a edição do próximo ano.

Comentário do Claudio
Acompanho o Encontro de Vinhos aqui no Rio de Janeiro desde sua primeira edição. Desta vez o evento cresceu, mudou de lugar e bateu recorde de visitantes. Tive um dia cheio de compromissos e só pude chegar depois de 18h. Quem costuma ir a eventos de vinho sabe que esta é a hora mais cheia de visitantes, mas mesmo assim o amplo salão do clube suportou bem o público. Acabei não provando muitos vinhos, mas dentro do que provei destaco a linha completa dos excelentes vinhos do Carmelo Patti. Provei também alguns vinhos da vinícola brasileira Luiz Argenta. Já não experimentava esses vinhos há algum tempo e fiquei muito surpreso com a bela evolução em qualidade. Fiquei com vontade de prová-los novamente com calma. O evento foi bom para rever alguns amigos e bater papo. Parabéns ao Beto e ao Daniel pelo sucesso do Encontro de Vinhos no Rio.

10 de março de 2015

Leve e gostoso: Yali Three Lagoons Syrah 2012

Nome: Yali Three Lagoons
Safra: 2012
País: Chile
Região: Valle de Maipo
Produtor: Viña Ventisquero

Uvas/Corte: Syrah
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Rosca
Preço: -

Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo importador, Domno
Quando foi comprado: Fevereiro de 2015
Degustado em:  25 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
This Syrah is deep bluish-black in colour, with ripe blueberries and blackberries on the nose and subtle aromas of black pepper, toast, tobacco and chocolate. Full-bodied and concentrated, the wine has excellent structure provided by firm tannins that have mellowed out with bottle aging. The finish is long and complex. Serve at 16-18ºC. Pairs well with game meats such as deer, ostrich, and wild boar, as well as with pork and lamb. Drink now or within 5 years.


Impressões da Rafaela
Este dia foi bem puxado, teve trabalho das 8h às 20h. Eu tenho um horário de trabalho ideal, este dia foi realmente uma exceção, nem posso reclamar. Participei de uma feira de estudantes e atendi mais de 100 pessoas em duas horas e meia. Claudio chegou em casa logo depois de mim. Ele já tinha até feito um mate (que não é chimarrão, mas o chá mate gelado de que gostam os cariocas) quando sugeri abrirmos este vinho que recebemos da Domno. É um vinho bem gostoso, leve, amigável, bom para ser bebido de forma espontânea. 

Comentário do Claudio

Mais um vinho Yali que nos foi enviado pela Domno para provarmos. Desta vez um tinto da uva Syrah. Produzido no Valle del Maipo, um vinho de corpo médio, bem equilibrado que traz boas características da cepa. Apresenta uma fruta fresca misturada com notas de especiarias. De acidez moderada, mostrou notas de algo picante no final de boca. Pareceu-me ser um vinho bem versátil, foi bem com nossa pizza e acho que suportaria algo um pouquinho mais pesado. Um vinho bem feito pela Viña Ventisqueiro e que vai agradar.

2 de março de 2015

E o nosso vinho do mês foi: Osiris Reserva Merlot 2007 #cbe

Nome: Osiris Reserva
Safra: 2007
País: Uruguai
Região: Canelones
Produtor: Antigua Bodega Stagnari


Uvas/Corte: Merlot
Teor alcoólico: 14%
Rolha: Cortiça
Preço: 1030 pesos

Onde foi comprado: Viños del Mundo, em Punta del Este
Quando foi comprado: Janeiro de 2015
Degustado em: 28 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Massa caseira com molho vermelho e almôndegas inspiradas na receita do Claude Troisgois
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela

Eu não sou muito de comer carne vermelha, mas com o tempo estou me tornando mais tolerante, especialmente com almôndegas e afins. Claudio viu dia desses uma receita feita pelo Claude Troisgois e ficou empolgado. Como iríamos abrir um vinho especial neste sábado, escolhido para a Confraria Brasileira de Enoblogs, decidimos então colocar em prática a receita. Claudio fez praticamente tudo, pois eu estava aqui refém dos meus estudos. Ele fez inclusive uma massa com molho vermelho - bom, eu ajudei a cortar os tomates e as cebolas. A comida estava tão deliciosa quanto o vinho. Foi uma ótima escolha. Acredito que acertamos bem na hora de abri-lo. O sabor já tinha um quê de adocicado, que o Claudio me disse talvez ser do envelhecimento. Eu gostei muito de tudo. Foi uma ótima escolha para o sábado de chuva e para fazer um brinde especial aos 450 anos do Rio de Janeiro. 

Comentário do Claudio

Escolhemos este vinho para ser o nosso vinho do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs. Em fevereiro o Vitor Beltrame, do ótimo blog Balaio do Vitor, indicou que deveríamos beber um vinho uruguaio varietal, sendo que a única cepa proibida seria a Tannat. Como acabamos de voltar de uma viagem a Punta del Este, voltamos com alguns bons vinhos de lá (quem quiser dicas de onde comprar vinhos em Punta pode ler este post aqui). Dentre as garrafas que trouxemos escolhemos um Merlot de respeito. Produzido pela Antigua Bodega Stagnari, é um vinho que impressiona. Seu estilo chega a lembrar alguns Bordeaux mais intensos. De cor violeta vivo e com 8 anos de vida, se mostrou um vinho maduro, bastante intenso, mas lembrando algo de velho mundo. Leves notas adocicadas, levemente licoroso, de bom corpo e boa estrutura. Um vinho que vale deixar respirando no decanter por um tempinho. Final de boca longo concentrando os sabores na língua com notas de pimenta preta. Ele está ótimo para beber agora, muito prazeroso. Um belo vinho que vale muito provar. Recomendo.

28 de fevereiro de 2015

Yali Wetland Reserva, um gostoso Sauvignon Blanc chileno

Nome: Yali Wetland Reserva
Safra: 2013
País: Chile
Região: Valle de Casablanca
Produtor: Viña Ventisquero

Uvas/Corte: 100% Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 12.6%
Rolha: Rosca
Preço: -

Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo importador, Domno
Quando foi comprado: Fevereiro de 2015
Degustado em:  21 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Peixe e batatas assados
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Aging potential: Drink now or within 3 years. Colour: crystalline, with pale green highlights. Aroma: complex and elegant nose of fresh lime, grapefruit, pineapple and pear, rounded off by delicate floral notes. Palate: elegant with well-balanced acidity, citrus and tropical fruit nuances appear on the long finish. Food Pairing: Ideal serving temperature: 10-12° C. This wine is delicious as an aperitif, but its freshness also pairs well with salads, shellfish, ceviches and fish.


Impressões da Rafaela
Apesar de toda a minha implicância com a Sauvignon Blanc, devo admitir que gostei bastante deste vinho. Ele tem aquele gosto herbáceo, o azedinho no retrogosto, mas também consegue ser bastante refrescante. Talvez tenha sido porque seguimos a dica do amigo Cris, de servi-lo geladinho, mas não passando do ponto. Acompanhou bem nosso jantar. No final da tarde sugeri ao Claudio que fôssemos ao supermercado comprar um pedaço de peixe e algumas batatas. Ele topou e menos de uma hora depois estávamos com nosso jantar delicioso servido na varanda. O dia foi quente, mas a noite estava bem agradável. Foi mais um dia de estudos. Espero realmente ver resultados no futuro, pois trocar praticamente todos os sábados de aventuras lá fora por estudo não é moleza - para a cabeça e para o corpo.


Comentário do Claudio
Os vinhos Yali estão lançando o novo design dos rótulos (muito equilibrado e bem feito). Recebemos esta garrafa da importadora para provar a nova safra. Um Sauvignon Blanc chileno, da região de Casablanca, de boa acidez, leve, descomplicado e agradável. Em boca mostrou equilíbrio, notas verdes sem exageros e algo picante em seu final. Foi muito bem com nosso peixe. Uma boa opção para se beber em um dia quente. Bom vinho.

24 de fevereiro de 2015

Espumante delicioso: Luiz Argenta Brut Rosé

Nome: LA Brut Rosé
Safra: -
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha, Flores da Cunha
Produtor: Luiz Argenta

Uvas/Corte:  100% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 48

Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: Janeiro de 2015
Degustado em:  20 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pizzas caseiras
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Cor: Rosa Tênue.  Perlage: Borbulhas finas, intensas e persistentes. Aroma: Aromas complexos e delicados que lembram principalmente, morango, cerejas e flores. Sabor: É agradável e fino, apresenta uma ótima estrutura, o açúcar e a acidez estão perfeitamente equilibrados, com boa persistência.



Impressões da Rafaela
Quando estiver em dúvida sobre qual espumante comprar e tiver entre as opções este Luiz Argenta não pense mais de um segundo: pegue-o! Eu fiquei muito bem-impressionada com a qualidade. O espumante é delicado, cor linda e sabor delicioso. Voltaria a bebê-lo com toda certeza. Este dia foi especialmente quente no Rio e nada melhor do que um espumante de alta qualidade para terminar bem o dia. Adorei!

Comentário do Claudio

A bonita vinícola Luiz Argenta de Flores da Cunha tem um cuidado especial com o design de seus produtos e principalmente as garrafas de seus vinhos. Compramos este espumante em nossa última passagem por Caxias. Além da bela garrafa, este espumante se mostrou de excelente qualidade. Muito bem feito, elegante e de boa complexidade em boca. Sabores intensos bem característicos da Pinot Noir. Boa cremosidade e acidez marcante formam o belo conjunto deste espumante. A garrafa vai fácil e quando você se dá conta o espumante já acabou. Belo produto.

22 de fevereiro de 2015

Cabernet Sauvignon da Aracuri para encerrar em alto astral o Carnaval

Nome: Aracuri
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Muitos Capões, nos Campos de Cima da Serra
Produtor: Aracuri Vinhos Finos

Uvas/Corte: Cabernet Sauvignon 100%
Teor alcoólico: 13,5%
Rolha: Cortiça
Garrafa nº: 8057 de 17 mil
Preço: Gentilmente nos oferecido pela Paula
Degustado em:  17 de fevereiro de 2015
Onde Bebeu: Em casa
Harmonizado com: Crepes de queijo feitos em casa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Perfil Sensorial: aromas complexos e elegantes, destacando-se cassis e ameixa, com notas de pimenta preta, que se repetem no paladar. Vinho estruturado com taninos macios e acidez equilibrada.

Impressões da Rafaela

Gostamos muito deste cabernet, sempre uma escolha satisfatória. Não sei bem como explicar, mas ele é leve, porém com gosto marcante. Vai muito bem com comidas que não tenham sabor muito intenso. O dia foi passado praticamente em casa, estudando. Saímos apenas para um almoço do tipo ostentação no restaurante Lima. Ah, sim, já que estávamos por ali, fomos à Cobal, onde o Claudio comeu seu docinho preferido e aproveitou para comprar mais farinhas - afinal, em casa de padeiro, não pode faltar farinha de trigo!

Comentário do Claudio

Um cabernet leve, agradável e que vai bem com a comida. Um vinho da safra 2008, uma das primeiras safras da jovem vinícola da região dos Campos de Cima da Serra. Temos acompanhado a evolução dos vinhos desta região e por ser da safra 2008 mostra o potencial da região. Um bom Cabernet, fácil de se gostar e que foi bem com nossos crepes. Como venho falando, vale ficar de olho nos vinho da vinícola e dos vinhos desta região.

21 de fevereiro de 2015

Um pouco de "Catarsís" neste carnaval

Nome: Catarsís
Safra: 2011
País: Uruguai
Região: Atlantida
Produtor: Viñedo de los Vientos

Uvas/Corte: 70% Cabernet Sauvignon e 30% tannat
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Preço: Recebemos pelo clube W
Onde foi comprado: Wine.com
Degustado em:16 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa
Harmonizado com: Pães e queijos
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Sobre o nome: Catarsís (catarse) é uma experiência ou sentimento de purificação espiritual, trazido por uma experiência emocional intensa. Elaborado artesanalmente usando técnicas de vinificação antigas.

Impressões da Rafaela
Depois de tudo que preparamos nos últimos dias, nesta noite resolvemos comer o que sobrou de todas as outras receitas. Esquentamos alguns pães que o Claudio havia preparado nos últimos dias, cortamos tomatinhos (que sobraram do molho de tomate para a massa), separamos os queijos gruyère e ementhal (que compramos para os crepes), pegamos a garrafa de azeite Garzón (aberto para fazer a massa da pizza) e estava pronta a festa. Para acompanhar tudo isso, Claudio resgatou este vinho lá do fundo da adega. Foi uma boa escolha para finalizar o dia - passado em casa à frente do computador.

Comentário do Claudio
Recebi este vinho, produzido pela interessante vinícola uruguaia Viñedo de los Vientos, pelo clube W em junho de 2012. Na época, li alguns comentários nem sempre positivos de outras pessoas que também receberam o vinho. Resolvi deixar um tempinho na adega para ver como ele reagiria. Vinho de sabor intenso, estilo elegante e até uma certa rusticidade, o que me agrada. Vivo em boca, é o tipo de vinho que cresce com a comida, ficando bem mais interessante. Final de boca poderia ser mais longo e presente. De qualquer maneira foi um vinho que me agradou por seu estilo.

20 de fevereiro de 2015

Vai para Punta del Este? Veja onde comprar vinhos por lá

Em nossas últimas férias viajamos para Punta del Este. Durante os 10 dias que passamos lá provamos muitos vinhos uruguaios. Claudio visitou as lojas de vinhos algumas vezes antes de decidir quais garrafas traríamos para casa. Não há muitas opções de lojas em Punta, mas as que existem são boas. A seguir, as colocamos por ordem de preferência, adicionando alguns comentários.

1) Vinos del Mundo - Los Alpes y Boulevard Artigas parada 7 (Há outra em Ruta 10 km 182,5 Jose Ignacio, 11700, Punta del Este) - a melhor loja de vinhos de Punta. Boa seleção e variedade de vinhos uruguaios. Conversei com um dos donos, que me contou um pouco sobre o processo de seleção dos rótulos que entram na loja. Bom atendimento. Vale conhecer.

2) Gorlero Wine Shop - Av. Gorlero entre calles 30 y 31, Península - Pequena loja na principal rua de comércio do centro de Punta. As opções não são muitas, mas você pode encontrar alguns vinhos uruguaios com preço excelente. Passeando pela Av. Gorlero, dê um pulo lá.

3) Grand Cru - Av. Roosevelt y Parada 7, local 001, Torre Amadeus - Filial da importadora Grand Cru, tem grande variedade de vinhos importados. Com relação a vinhos uruguaios a oferta é relativamente boa, com alguns vinhos de pequenas vinícolas.

4) Devoto -  Av. Roosevelt y P.10 - Supermercado com boa oferta de vinhos uruguaios. Grande variedade de vinhos das linhas de entrada e também dos vinhos de alta gama. Antes de comprar os seus vinhos, vale dar um pulo no Devoto - onde também se pode encontrar outros ótimos produtos uruguaios, como doce de leite Lapataia e alfajor De las Sierras de Minas.

5) Tienda Inglesa - Av. Roosevelt y P.7, Punta Shopping - Outro supermercado que tem o mesmo perfil do Devoto. Você irá encontrar algumas variações na oferta de vinícolas.

6) Disco - El Estrecho - A seção de vinhos deste supermercado é menor do que a dos outros dois. Existem 2 lojas, a que fica na península é melhor para vinhos.

7) Existe ainda uma loja de vinhos em Punta Ballena, na rodovia Interbalnearia, mas infelizmente não anotamos o nome. É uma loja pequena, mas foi onde vi os vinhos uruguaios mais desconhecidos. Se você gosta de descobrir rótulos diferentes, visite esta loja.

E, finalmente, se você chegou pelo aeroporto de Montevidéu, reserve um tempinho para olhar os vinhos do Freeshop. Boas opções, safras antigas, vinhos exclusivos e bons preços. Vale deixar para comprar ali alguns vinhos.

Aproveite Punta del Este, beba bons vinhos e boas compras!

18 de fevereiro de 2015

Espumante para acompanhar nosso bloco particular de Carnaval: Casa Portuguesa Brut Rosé

Nome: Casa Portuguesa Brut Rosé
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra, Muitos Capões/RS
Produtor: Vinícola Fazenda Santa Rita

Uvas/Corte: 60% Chardonnay e 40% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,5%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 36
Onde foi comprado: Supermercado Bortolon, em Vacaria/RS
Quando foi comprado: 30 de janeiro de 2015
Degustado em:  15 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Nossa quase feijoada de Carnaval
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do produtor: 
Elaborado a partir de 60% de uvas Chardonnay e 40% Pinot Noir cultivadas na região de Campos de Cima da Serra. Com um cuidadoso processo de seleção de uvas em campo este espumante de origina com um processo de prensagem direta das mesmas a baixa pressão e com rendimento máximo de 50% de mosto flor. O que confere um espumante de uma atrativa e elegante cor rosa brilhante com um fino delicado e intenso perlage, que forma uma coroa cremosa duradoura e persistente. De aromas sutis de frutos frescos como pitanga e amoras tem-se um espumante cremoso fino delicado e sobre tudo fresco de longo final. Ideal para apreciar só ou acompanhar culinária tahi e japonesa, frutos do mar como camarões, saladas de mexilhões, ostras frescas ou ao vapor, peixes como mero e atum, risoto de frutos do mar e paellas. Deguste entre 6 a 8 graus.

Impressões da Rafaela
Nosso bloco de Carnaval neste ano está apenas concentrando... em casa. Nesses últimos dias, a cozinha tem esquentado as caçarolas como há muito não fazia. Hoje mesmo iríamos fazer apenas um feijãozinho, mas logo surgiu uma linguicinha na comissão de frente, seguida por uma couve rodadinha como uma baiana e logo estava se formando uma feijoadinha - só faltou a laranja. Para acompanhar a nossa quase-feijoada resolvemos abrir algo leve e refrescante. Claudio escolheu este espumante comprado em nossa última viagem a Vacaria. É um espumante bem leve, descomplicado e que faz uma espuma danada (cremoso, como explica o Claudio). É um espumante que vai acompanhar muito bem comemorações descontraídas. Depois da feijoada, saímos para fazer uma caminhada até o Parque Lage, no Jardim Botânico. Afinal, à noite ainda teríamos pizzas!

Comentário do Claudio
Todas as vezes que vamos a Vacaria procuramos as novidades dos vinhos feitos na região (Campos de Cima da Serra). Este espumante da Fazenda Santa Rita, feito com a consultoria do enólogo uruguaio Alejandro Cardozo, foi escolhido para escoltar nossa pequena feijoada de Carnaval. Recém-lançado, a proposta deste espumante é ser da linha de entrada da vinícola, que tem planejamento de produzir mais 5 espumantes diferentes, de todas as gamas. Feito pelo método Charmat é uma espumante fresco e direto. De corpo leve, correta acidez e de sabor intenso, é um gostoso espumante que funcionou bem para acompanhar a feijoada. De bela cor salmão clarinho, destaque para a intensa espuma e a cremosidade em boca. Mais um bom trabalho do enólogo Alejandro e mais um produto para mostrar o potencial da região.

17 de fevereiro de 2015

Ótima escolha do nosso amigo Cris: Perlita Malbec-Syrah 2011

Nome: Perlita
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Mendoza, Valle de Uco
Produtor: Bodega DiamAndes

Uvas/Corte: 80% Malbec e 20% Syrah
Teor alcoólico: 14,5%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Presenteado pelo Cristiano Orlandi, do blog Vivendo Vinhos, ao Claudio por ter vencido o bolão da Copa de 2014
Degustado em: 13 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Massa e molho de tomate caseiros
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do produtor: 
Perlita by DiamAndes es un Corte original de dos magníficos cepajes: el Malbec y el Syrah. La tipicidad del Malbec argentino combinada con la untuosidad del Syrah lo convierten en un vino muy agradable, amplio y rico. La tipicidad del viñedo de bodega DiamAndes le confiere una dimensión única al aportar frescor y equilibrio a ambos. El Corte resulta muy elegante! En boca desarrolla sabores a fruta madura y taninos muy suaves pero intensos. Sedoso y aterciopelado, termina con un bello final. Perlita by DiamAndes seducirá a los amantes de las aves salvajes y las carnes asadas, tanto blancas o como rojas.

Impressões da Rafaela
Sou muito agradecida ao Cris por ter escolhido este vinho para presentear o Claudio no bolão da Copa. É do tipo de vinho que me agrada muito. Eu poderia beber uns 5 litros. Ele tem uma pegada mais frutada, mais macio, adorável! Como está um calor dos infernos, resolvemos fazer o jantar na sala com ar condicionado. Foi uma maravilha de jantar. Estamos curtindo este carnaval passado em casa. Só meus estudos é que não estão rendendo como esperado, mas não se pode ter tudo. Pelo menos estou descansando bastante a cabeça.

Comentário do Claudio
Mais um vinho que ganhei no bolão que fizemos com alguns blogueiros de vinho na Copa. Este foi enviado pelo amigo Cristiano Orlandi. Escolhemos este vinho para acompanhar a nossa massa caseira com molho de tomates, mas o vinho tinha uma força maior do que a do nosso prato. É um vinho muito bem feito, clássico estilo de vinho argentino, com muita fruta e intensidade em boca. Cor violeta vivo, em boca mostrou notas de fruta em compota e leve toque da madeira. A Malbec se mostrou mais presente com a Syrah, aportando notas de especiarias e leve pimenta. Final de boca também é intenso apresentando uma nota verde. Um vinho de estilo moderno que vai agradar.

16 de fevereiro de 2015

Celebrando a vida com o sempre excelente Orus de Adolfo Lona

Nome: Orus
País: Brasil
Região: Garibaldi/RS
Produtor: Adolfo Lona

Uvas/Corte: Chardonnay, Pinot e Merlot em rosado
Teor alcoólico: 12,2%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado por Adolfo Lona
Degustado em:  12 de fevereiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Peru e legumes assados no forno
Com quem: Claudio e Rafaela


Impressões da Rafaela
Depois de 12 dias sem bebermos vinhos, resolvemos comemorar a ótima recuperação do Claudio - que passou por uma cirurgia no nariz - com o excelente vinho do seu Adolfo Lona. Eu adoro o Orus e já estava de olho há tempos naquela garrafa guardada na geladeira. Chegou a grande oportunidade. Foi muito bom, como sempre.

Comentário do Claudio
Escolhi um espumante especial para celebrar o sucesso da cirurgia que tive que fazer no nariz. Como a ideia era fazer um brinde especial à família e aos amigos por toda atenção e carinho, nada melhor que um espumante feito por um amigo, Adolfo Lona. Já bebemos o Orus, espumante top que o Lona só produz cerca de 800 garrafas por safra, em outras oportunidades. Ele sempre mostra toda a sua qualidade, a qual sem dúvida o coloca entre os melhores do Brasil. É um espumante que carrega a personalidade do Lona. É muito equilibrado, tem excelente cremosidade, notas de fermentação com amêndoas e boa acidez. É um espumante de ótima complexidade e com belo potencial de envelhecimento. Um clássico!

14 de fevereiro de 2015

Passeio entre as videiras da Aracuri em Muitos Capões/RS


Nome: Aracuri Brut / Aracuri Pinot Noir
Safra: 2013 / 2014
País: Brasil
Região: Campos de Cima da Serra, Muitos Capões/RS
Produtor: Aracuri

Uvas/Corte: Pinot Noir 100% / Pinot Noir 100%
Teor alcoólico: 12% / 12,5%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Gentilmente nos presenteado pela Paula Schenatto, enóloga da Aracuri
Degustado em: 31 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Casa da mãe da Rafaela
Harmonizado com: Porco assado, arroz, farofa, salada e maionese, além de cassata e pudim
Com quem: Claudio, Rafaela, Luci e Paula

Comentário do produtor:
Blanc de Noir: coloração amarelo dourado. Apresenta perlage fina, constante e elegante. No nariz se destacam os aromas da fermentação com notas tostadas e de frutas secas. No paladar é cremoso, com toque mineral e tostado. Além de volume de boca e acidez equilibrada.
Pinot Noir: aromas intensos e elegantes, destacando-se frutas vermelhas com notas de cacau. Paladar complexo e equilibrado com acidez vibrante. Harmonização: carnes leves; molho funghi; molhos pouco condimentados; queijos leves.

Impressões da Rafaela
Ao viajar para Vacaria, pensamos logo em provar alguns vinhos da região. A ideia era ir a uma pizzaria na sexta-feira à noite e vermos o que nos oferecia a carta. No final da tarde, porém, passamos por um imprevisto. Bem na hora em que fomos comprar carne para o churrasco que faríamos no sábado, o supermercado estava sendo assaltado. A história tem bastante detalhes, mas resumindo: a sexta-feira à noite foi em casa mesmo, com o Claudio com o nariz inchado depois de levar um soco ou uma coronhada no nariz. A mãe fez uma jantinha e ficamos quietos no nosso canto. Como o Claudio acordou bem disposto, mantivemos o passeio agendado com a Paula Schenatto, enóloga da Aracuri, e fomos conhecer os vinhedos em Muitos Capões. Aproveitamos também para dar uma voltinha lá no sítio. Depois do passeio, voltamos à Vacaria para almoçar. A mãe fez um porco no forno à lenha. Para acompanhar a comida, abrimos o espumante chardonnay, de que gostamos muito, e o pinot, também muito bom. Foi um ótimo sábado em boa companhia. Paula até começou a aprender frivolité com a mãe.

Comentário do Claudio
Quando marcamos a nossa viagem para Vacaria, entrei em contato com a Paula, enóloga da Aracuri e descobrimos que ela também estaria na região. Marcamos de nos encontrar e o passeio começou com uma visita às parreiras da vinícola, em Muitos Capões. Já havíamos passado por ali em outras oportunidades, voltando do sítio. Desta vez a Paula nos mostrou as diferentes variedades que já estão próximas de serem colhidas. Durante aquela semana as uvas para fazer o vinho base para espumante já tinham sido colhidas. Foi um passeio muito agradável e depois passamos pelo sítio da mãe da Rafaela. De volta para a cidade, almoçamos um belo porco feito no forno à lenha e para acompanhar a Paula levou alguns vinhos da Aracuri. O primeiro que provamos foi o espumante Collector, um blanc de noir feito com 100% de uvas Pinot Noir pelo método tradicional. Ele tem uma bela cor dourada intensa, com boa perlage. É um espumante de muita personalidade e de boa estrutura. Se mostrou muito gastronômico e harmonizou perfeitamente com o nosso porco. Com boa cremosidade e boa complexidade, é um espumante de respeito. Depois passamos para o recém-lançado Pinot Noir da safra 2014. A Pinot Noir se mostrou muito bem adaptada à região dos Campos de Cima da Serra, com altitude e frio. Os resultados dos vinhos com esta cepa são bem promissores. Este 2014 não foi diferente: ainda jovem, mostrou ótimas qualidades do Pinot. Vale comprar algumas garrafas e ir observando a evolução. Sobrou um pouquinho de vinho do almoço na garrafa e a noite resolvi prová-lo novamente. O tempo em contato com o oxigênio fez muito bem ao vinho também. Foi um dia muito divertido!

13 de fevereiro de 2015

Tem suco no blog: 29 - Sunny Days da Miolo

Suco de uva integral Miolo Sunny Days
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes)
Vinícola Miolo, Vale dos Vinhedos/RS
Tumelero Bebidas (R$ 12, 1l)
Uvas Bordô e Isabel

Já havíamos visto este suco no supermercado, mas o preço nos impediu de comprá-lo - no Zona Sul, no Rio, custa R$ 23! Tivemos então uma boa surpresa ao encontrá-lo em Caxias do Sul pela metade do preço. A Miolo era uma das grandes vinícolas brasileiras que até então não investiam em suco de uva. O suco é bom, mas baseados em outros sucos que já provamos, ele se mostrou um suco que tem o foco em volume, um suco comercial, para o dia a dia. Um suco correto, mas que não vai te marcar.

11 de fevereiro de 2015

Encontro de Vinhos no Rio de Janeiro: 5 de março, das 14h às 22h, no Clube Fluminense



O Rio de Janeiro vai receber no dia 5 de março de 2015 a 4ª edição do Encontro de Vinhos, feira organizada pelos amigos blogueiros Daniel Perches e Beto Duarte. Desta vez, o Encontro de Vinhos será no belo e imponente Salão Nobre do Clube Fluminense, em Laranjeiras - local que por si só já vale a visita.

Participarão 35 expositores apresentando mais de 200 rótulos, entre eles os Top 5 do Encontro.

O Clube Fluminense fica na Rua Álvaro Chaves, 41, quase esquina com a Rua Pinheiro Machado, pertinho do Palácio Guanabara. O Encontro de Vinhos ocorrerá das 14h às 22h. Os ingressos, que custam R$ 80, podem ser comprados antecipadamente pelo site www.encontrodevinhos.com.br/ingressos/ (a R$ 70).

Nós estaremos lá!

10 de fevereiro de 2015

Tem suco no blog: 28 - Terragnolo

Suco de uva integral Terragnolo
Suco de uva tinto integral (sem adição de açúcar, sem conservantes, orgânico)
Vinícola Terragnolo, Vale dos Vinhedos/RS
Di Paolo, Serra Gaúcha (R$ 9, 500ml) - Se comprado diretamente na vinícola, R$ 6
Uva Concord

Fazia tempo que não provávamos um suco de uva tão bom! Em nosso última viagem ao Rio Grande do Sul, paramos no restaurante Di Paolo para comer um galetinho e resolvemos pedir este suco para acompanhar a comida italiana. Foi uma ótima decisão. Suco encorpado, equilibrado, doçura na medida, de muita qualidade e especialmente delicioso. De todos os que já provamos, este foi um dos melhores. Suco muito bem feito que recomendamos fortemente.

9 de fevereiro de 2015

Brinde com espumante Laurentia Rosé Brut no Bar do Gomes, em Porto Alegre

Nome: Laurentia Rosé Brut
País: Brasil
Região: Barra do Ribeiro/RS
Produtor: Laurentia

Uvas/Corte: 50% Merlot, 25% cabernet franc e 25% nebbiolo
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 52
Quando foi comprado: 29 de janeiro de 2015
Onde foi comprado: Bar do Gomes, no Moinhos de Vento, em Porto Alegre/RS
Degustado em: 29 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Bar do Gomes
Harmonizado com: Harumaki, montadinhos de cogumelos e batatas bravas
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Análise Visual: Cor rosé de intensidade meia.Análise Olfativa: Delicado um pouco floral lembrando mais a rosas, frutas vermelhas (framboesa) com um leve tostado no final. Análise Gustativa: Acidez marcante e equilibrada, tem uma estrutura macia com um perlage fino e persistente. Harmonização: Carnes brancas leves, massas não apimentadas. Como aperitivo com queijos ou a qualquer hora.

Impressões da Rafaela
Fomos convidados para a comemoração dos 60 anos de casamento dos meus padrinhos, Nenê e Sueli. Tão logo recebi o convite, já comecei a organizar nossa ida ao Rio Grande do Sul. Como o tempo é sempre curto quando viajamos para lá, decidimos ir ainda na quinta-feira, assim poderíamos dar uma saidinha em Porto Alegre antes de partirmos para Vacaria. Depois de algumas pesquisas, escolhemos o Bar do Gomes, que fica bem na área em que sempre gostamos de passear e de nos hospedar, a do bairro Moinhos de Vento. O Bar do Gomes é relativamente novo, mas atende como se tivesse anos de prática. Gostamos de tudo. Para acompanhar algumas das opções do cardápio, escolhemos este rosé, que tinha uma ótima marcação de preço - pelo menos diante do que estamos acostumados a ver aqui no Rio. Gostei muito da escolha, assim como do ambiente do Bar do Gomes.

Comentário do Claudio
Aproveitamos a nossa rápida passagem por Porto Alegre para conhecer o Bar do Gomes. Já tinha lido boas indicações sobre o bar que acabou sendo uma excelente escolha. Lugar agradável, boa comida e o mais interessante uma seleção de bons vinhos e espumantes a preços justos. Pareceu-me que o bar fez uma parceria com algumas vinícolas. Dos espumantes que estavam nesta lista me interessei por um que não conhecia, o Laurentia Rosé Brut. Não havíamos provado nem um vinho desta vinícola e nossa primeira experiência com este espumante foi das melhores. Feito com um corte nada usual, Merlot, Cabernet Franc e Nebbiolo, ele se mostrou um espumante com muita personalidade. Em boca, notas frutadas, boa acidez e muito equilíbrio. Espumante muito elegante e bem feito. Bela surpresa. Acompanhou muito bem as comidinhas e o clima agradável do Bar do Gomes na noite porto-alegrense.

8 de fevereiro de 2015

Depois da degustação de águas minerais no Parque de São Lourenço, provamos o Aurora 80 Anos

Nome: Aurora 80 Anos
Safra: 2008
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves
Produtor: Vinícola Aurora

Uvas/Corte: 60% Cabernet Sauvignon, 20% Cabernet Franc e 20% Merlot
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Onde foi comprado: Ganhamos da Aurora
Degustado em: 24 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Hotel Brasil, em São Lourenço/MG
Harmonizado com: Diversos pratos caseiros
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro, Marcela e Regina Helena

Impressões da Rafaela
Na noite anterior chegamos a dar uma voltinha pelo centro de São Lourenço, mas foi neste sábado que conhecemos melhor a cidade. Saímos logo cedo para dar uma olhada no comércio e visitarmos a igreja. Depois de fazermos uma fezinha em duas lotéricas, seguimos para o Parque das Águas de São Lourenço, onde há nove fontes de águas minerais. Provamos todas elas. São sete tipos diferentes de águas minerais, cada uma com características e propriedades particulares. Há desde água contra problemas diuréticos até algumas para prevenir depressão. O parque é bem cuidado e muito agradável para passear. Lá encontramos os demais componentes de nosso grupo. Depois do almoço gostoso no Hotel Brasil, fomos dar mais uma volta no parque. Eu queria muito fazer uma massagem no spa que fica dentro do parque, mas os horários estavam todos já cheios. Ficará para uma próxima. Aproveitamos para brincar com os gatos do parque, beber mais algumas águas e simplesmente conversar à sombra das muitas árvores. O parque foi criado nos anos 1930 e ganhou notoriedade pela qualidade de suas águas. Agora a água mineral é engarrafada pelo Nestlé, que comprou os direitos há alguns anos. No finalzinho do dia ainda passeamos mais um pouco pelo calçadão. À noite, para acompanhar nosso jantar no hotel, abrimos este Aurora 80 Anos, outro bom vinho brasileiro.

Comentário do Claudio
Ganhei esta garrafa em uma visita que fiz, junto com outros blogueiros, à Cooperativa Vinícola Aurora em junho de 2011. Resolvi guardá-la por algum tempo. Durante a visita provamos o vinho feito em comemoração aos 75 anos da cooperativa e achei que este 80 anos poderia ganhar com um tempo de garrafa. Separando os vinhos para levar para São Lourenço, me lembrei desta garrafa e, com 7 anos de vida, achei que já era hora de provar. Depois de passear durante o dia pelo cidade e pelo agradável Parque das Águas Minerais em São Lourenço fomos jantar no restaurante do Hotel Brasil. Gostei do estilo deste vinho. Perfil mais gastronômico, com notas de terra, couro e frutas escuras, se mostrou muito equilibrado, estilo mais elegante, mais próximo do velho mundo, vinho de característica próxima ao que acho que os tintos brasileiros da Serra gaúcha podem oferecer. Gostei e fiquei com vontade prová-lo novamente, procurando uma boa harmonização.

7 de fevereiro de 2015

Em São Lourenço acompanhados pelo Salton Septimum 2009 #winebar

Nome: Salton Septimum
Safra: 2009
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Vinícola Salton

Uvas/Corte: Tannat, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Teroldego, Cabernet Sauvignon e Marselan
Teor alcoólico: 13 %
Rolha: Cortiça
Numeração: 790 / 7547
Onde foi comprado: Gentilmente nos enviado pelo Winebar
Degustado em: Hotel Brasil, em São Lourenço/MG
Harmonizado com: Diversos pratos com gosto de comida caseira
Com quem: Claudio, Rafaela, Mauro, Marcela e Regina Helena

Comentário do Produtor
Profundo e brilhante na sua coloração, demonstra matizes bordô e rubi. Seu aroma expressa a complexidade da integração de sete castas, em equilíbrio com as mais legítimas características do carvalho. Neste conjunto se distinguem caracteres de frutos secos, notas balsâmicas, frutas vermelhas e negras maduras, além de toques de baunilha e especiarias. No paladar, apresenta um sabor igualmente complexo e estruturado com uma veludada adstringência, devido a seus taninos redondos, e um acentuado final de boca.

Impressões da Rafaela
Desde que conheço a mãe do Claudio, todos os anos ela passa uma temporada em São Lourenço, cidade mineira onde se encontram diferentes fontes de água mineral, cada uma com propriedades particulares. Neste ano, deu tudo certo para passarmos um fim de semana junto com ela e as amigas no Hotel Brasil, um dos empreendimentos mais antigos de São Lourenço. Não conseguimos sair muito cedo do Rio e acabamos chegando para o jantar. Quer dizer, chegamos depois do jantar que ocorre todas as noites no restaurante do hotel, mas na salinha ao lado nos esperavam diversos pratos, inclusive um arroz com feijão bem temperadinho. Claudio e eu decidimos levar dois vinhos para beber no fim de semana. O primeiro aberto foi este Salton, vinho redondinho, de que gostei muito. Logo após o jantar, houve ainda um show em um salão do hotel e a noite de queijos e vinhos.

Comentário do Claudio
Um ótimo vinho feito pela Salton. Recebemos este vinho para uma edição do Winebar. Não tivemos a oportunidade de abri-lo na data da transmissão e resolvemos guardá-lo por alguns meses. Fomos passar o fim de semana na cidade mineira de São Lourenço, famosa por sua fontes de águas minerais. Ficamos hospedados no Hotel Brasil, tradicional hotel que fica ao lado do parque das águas, hotel que meu bisavós e avós frequentavam. Resolvi levar duas garrafas de vinho para bebermos durante o fim de semana e a primeira que abrimos, no dia em que chegamos, foi este Salton. Vinho muito bem feito, de estilo moderno, mas sem exageros de extração de fruta ou madeira. Vinho redondo, de bom corpo, bem equilibrado, taninos macios e leve acidez. Um bom vinho, que vale ser provado, para abrir o passeio em São Lourenço.

1 de fevereiro de 2015

Existe Sauvignon Blanc e existe Pouilly-Fumé #cbe

Nome: Pouilly-Fumé
Safra: 2011
País: França
Região: Pouilly-Fumé
Produtor: Farl Domaine du Bouchot

Uvas/Corte: Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 13%
Rolha: Cortiça
Preço: 10,7 euros
Onde foi comprado: Cave des Abbesses, em Paris
Quando foi comprado: Julho de 2013
Degustado em: 17de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio
Harmonizado com: Ravioli de gorgonzola feito em casa
Com quem: Claudio e Rafaela

Comentário do Produtor
Tasting notes: Pale green to yellow with golden glints, this Pouilly-Fumé has a well-balanced, very aromatic, fruity and floral nose. It delivers a good finish, typical of this appellation. Perfect balance between freshness and roundness.

Impressões da Rafaela
Eu ando meio implicante com a sauvignon blanc, o excesso de gosto herbáceo me incomoda bastante. Apesar de toda tipicidade deste vinho, consegui perceber o quanto ele é bem feito. Acho que a partir de agora, já avisei o Claudio, sauvignon blanc só se for Pouilly-Fumé. :) Este foi um bom sábado, com comprinhas na feira orgânica, rápida passagem pelo comércio de Botafogo e algumas horas de leitura. Hoje testamos o molde que compramos em Montevidéu para fazermos ravioli. Aprovado! Este verão está sendo o melhor de todos!

Comentário do Claudio
Exame visual: Dourado claro
Exame olfativo: Nariz bem intenso e bem característico da cepa. Destaque para notas de maracujá.
Exame gustativo: Quando o Alexandre passou o tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, fui ver na adega o que tínhamos em casa da uva Sauvignon Blanc. Encontrei uma garrafa de um vinho chileno e este Pouilly-Fumé. A Rafaela anda implicando com esta uva, quando os vinhos apresentam notas vegetais muito intensas, assim resolvi escolher o francês para observar a opinião dela. Ultimamente tenho apreciado muito os vinhos brancos franceses. Elegância, complexidade, pureza, mineralidade fazem os vinhos brancos da França únicos. Com este não foi diferente. Belo vinho do Loire, com muita tipicidade, mas com muita elegância, sem os exageros dos vinhos desta cepa que vemos em alguns representantes do novo mundo. Em boca, um vinho limpo, com muita acidez, notas de maracujá e notas verdes. Vinho de cultura biológica, tem um final de boca longo e marcante. Ótima experiência de mais um vinho certeiro que compramos em Paris na ótima Cave des Abbesses em Paris.

29 de janeiro de 2015

François Montand Brut Rosé

Nome: François Montand Brut Rosé
País: França
Região: Jura
Produtor: François Montand

Uvas/Corte: Black granache e cinsault
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Degustado em: 22 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Pratos thai do Orienthai
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela
Finalmente choveu! Só que foi bem pouquinho - e bem quando estávamos indo buscar a comida thailandesa ali no Orienthai, nosso fast food thai preferido aqui em Botafogo. Depois de tantos dias de seca nem foi tão dramático chegar em casa com os braços molhados. Este espumante combinou muito bem com o clima da noite.

Comentário do Claudio
Exame visual: Aquela cor clássica de casca de cebola.
Exame olfativo: Bem interessante, com notas de fruta madura misturado com algo de pão e notas doces.
Exame gustativo: Um espumantes feito com uvas diferentes das que estamos acostumados a beber. Em boca se mostrou leve, com boa acidez, leve cremosidade e bastante vivo. Mostrou-se um espumante fácil de se beber e bem versátil. Acompanhou bem nossa comida thai.

28 de janeiro de 2015

Leve como uma noite de verão: Quinta do Bonifácio Brut Edição Limitada 2014

Nome: Quinta do Bonifácio
Safra: 2014
País: Brasil
Região: Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
Produtor: Don Bonifácio

Uvas/Corte: Chardonnay
Teor alcoólico: 12%
Rolha: Cortiça
Preço: R$ 38,00
Onde foi comprado: Tumelero Bebidas, em Caxias do Sul
Quando foi comprado: 18 de dezembro de 2014
Degustado em: 19 de janeiro de 2015
Onde bebeu: Em casa, no Rio de Janeiro
Harmonizado com: Sushi do Matsuda
Com quem: Claudio e Rafaela

Impressões da Rafaela
Véspera de feriado, calorão e vontade de comer sushi resultaram em uma ida ao Matsuda e na abertura deste espumante comprado recentemente em Caxias do Sul por indicação do vendedor da loja Tumelero Bebidas. É um espumante bem leve, ideal para acompanhar jantares descompromissados. A conversa na varanda estava tão boa que deu até preguiça de ir pegar nossos bloquinhos para fazer anotações sobre o espumante.

Comentário do Claudio
Mais uma noite quente no Rio. Resolvemos comer comida japonesa e como sempre fazemos compramos no Matsuda e trouxemos para casa. Calor e sushi pedem um espumante. Abrimos este Quinta Don Bonifácio. Espumante feito pelo método Charmat, bem fresco e leve, ele tem um sabor peculiar que me lembrou uva itália e também me remeteu a algum sabor do passado. Funcionou bem com a comida japonesa. Não fizemos anotações sobre o espumante, apenas bebemos sem compromisso.